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Casei com Meu Chefe Frio e Bilionário romance Capítulo 412

Ricardo entrou no banco de trás.

Nathália se aninhava contra o peito dele.

Ele passou uma mão firme pela cintura dela, em gesto protetor.

— Para a cobertura, Luciano. — disse ao motorista.

Nathália soluçava baixo.

Com a outra mão, Ricardo pegou o celular e digitou rápido para Eloise.

> "Preciso de ajuda. Na verdade, Nathália precisa de vocês agora.”

Eloise nem perguntou do que se tratava.

> "Estamos a caminho do seu apartamento.”

Ricardo respondeu com um emoji de joinha.

Quando chegaram à cobertura, ele a conduziu para dentro e a fez sentar no sofá.

Foi até a cozinha.

Pegou um copo de água.

— Amor… — chamou, entregando o copo.

Ela bebeu devagar.

Engoliu em seco.

— Eu achei que ele era… diferente. — suspirou. — É só mais um velho rico que acha que tem rei na barriga.

Ricardo sentou ao lado dela.

Passou o braço por seus ombros.

Puxou-a para perto.

— Calma… não pensa mais nisso agora.

Eles ficaram assim por longos minutos.

Silenciosos.

Quando a campainha tocou, Ricardo se levantou.

Foi até a porta.

Abriu.

Cinco mulheres entraram juntas.

Não perguntaram nada.

Não hesitaram.

Foram direto até Nathália.

Cercaram.

Abraçaram.

Apertaram.

Eloise foi a primeira a falar:

— Sua família está aqui.

Nathália soltou uma risada fraca.

Ainda com os olhos úmidos.

— Sou tão feliz de ter vocês.

Sofia se aproximou mais.

— Então vamos colocar um sorriso nesse rosto.

Emma cruzou os braços, indignada:

— Exato. Nada de choro por um velho babaca.

Em outro ponto da cidade, alguém comemorava uma vitória muito mais silenciosa.

O apartamento estava silencioso demais para quem acabara de vencer uma batalha.

Ela caminhava lentamente pela sala enquanto mantinha o telefone junto ao ouvido, os passos suaves sobre o piso polido.

— Primeira parte do plano concluída — murmurou. — Agora vamos para a tacada final.

Do outro lado da linha, nenhuma palavra.

Apenas uma respiração lenta.

E algo que soava perigosamente como um sorriso.

Quando a ligação foi encerrada, ela ficou parada por alguns segundos, observando a tela apagar, antes de se virar em direção à cozinha.

Abriu a geladeira.

Pegou uma garrafa de espumante.

O estalo seco da rolha ecoou pelo ambiente.

Serviu-se com calma, ergueu a taça diante do próprio reflexo no vidro da varanda e brindou sozinha.

— Você é demais… — sussurrou para si mesma, os lábios se curvando num sorriso satisfeito.

Mas, a quilômetros dali…

No escritório da Royal, o clima era outro.

Fran estava de pé, os braços cruzados, o olhar afiado cravado no homem à sua frente.

— Júlio, eu já cansei de pedir esse arquivo — disse, sem levantar a voz. — Vai ser preciso eu mandar o senhor Ricardo falar com você?

O homem engoliu em seco.

Novo demais para aquele ambiente.

Novo demais para aquele tom.

— D-desculpa, senhora Fran. Estava com muito trabalho. Já… já irei providenciar isso agora mesmo.

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