Então o homem mudou de página.
— E, como sei que o senhor quer respostas concretas… esse endereço pertence à casa dos Nunes. Amaral Nunes.
Nathália engoliu seco.
— Não, Joyce Nunes.
Jorge assentiu.
— Exatamente.
— Não faz sentido… como ela sabia? — murmurou Nathália.
— Fica tranquilo. Logo vou descobrir como ela sabia.
Jorge então virou-se para as filhas:
— Vocês quatro… saiam agora.
— Mas— — Nathália começou.
— Agora eu resolvo. Vão.
Todas obedeceram.
Jorge permaneceu quase quarenta minutos trancado dentro do escritório.
Ana chegou a se aproximar da porta e colar o ouvido, mas não conseguiu escutar nada.
Nathália andava de um lado para o outro, ainda incrédula.
Como Joyce podia ter sido tão baixa?
Os pensamentos se atropelavam.
Ela precisava falar com Ricardo.
Quando a porta finalmente se abriu, Jorge saiu acompanhado do homem.
Apertou a mão dele.
— Obrigado.
— É sempre um prazer, senhor Jorge.
O técnico acenou para as meninas e foi embora.
Jorge respirou fundo.
— Então… vamos jantar?
— Eu preciso ir embora. — Nathália falou rápido. — Ver se consigo um voo barato.
Agatha cruzou os braços.
— O helicóptero vai te levar. Eu trouxe, eu levo.
— Jantamos… — Jorge completou — e depois eu acompanho você até a Cidade Norte. Não se preocupe. Você poderia dormir aqui, mas acredito que precisa de um tempo para pensar.
Nathália assentiu.
— Posso pegar meu telefone? Quero falar com o Ricardo.
— Sim. Mas contamos com você na mesa?
— Sim. Obrigada.
Jorge apontou para o escritório.
— Seu celular está em cima da mesa. Pode ir lá buscar. Se se sentir mais confortável, pode usar lá mesmo.
— Obrigada.
— Não precisa ficar me agradecendo.
Ela apenas balançou a cabeça e entrou.
Pegou o telefone.
Ligou.
Chamou.
Caiu na caixa postal.
Tentou de novo.
Mesma coisa.
— Estranho… talvez ele esteja dormindo. — murmurou.
Gravou um áudio:
> "Amor… aconteceram muitas coisas desde o meio-dia até agora. Quando ouvir essa mensagem, me liga. Preciso dividir isso com você."
Saiu do escritório.
Risos vinham da sala de jantar.
Altos.
Soltos.
Respirou fundo.
Estava nervosa.
Não tinha se preparado para aquilo.
Quando entrou, viu as meninas, Jorge, Marta e João sentados à mesa.
Parou.
Marta a analisou com cuidado.
João abriu um sorriso.
— Oi, princesa.
— Vem sentar. — Marta completou. — Estávamos esperando você.
Nathália soltou o ar que nem sabia que estava preso.
Ana indicou a cadeira.
À esquerda de Jorge.
Ao lado dela, Ana.
Depois Anabela.
Na frente, Marta.
Depois Agatha e João.
— Espero que goste. — disse Jorge.
Ana se inclinou, cochichando:
— Não estranha… mamãe mora com o papai, a mídia diz que eles são separados. Eles juram que são também.
— Ana Lemann… modos. — Marta repreendeu.
— Mamãe, a gente sabe que vocês dois se pegam no off.
— Ana, meu Deus! — Agatha ralhou.
— Vai dizer que não sabia?
— Eles não precisam saber que a gente sabe.
— Desculpa, mamãe. — Agatha riu.
Marta virou-se para Jorge.
— Você não vai dizer nada?
— Vamos falar sobre netos.
— Ai, meu Deus… lá vem. — Anabela murmurou. — Nathália é mais velha que a gente.
Ana piscou.
— Boa.
Depois falou alto:
— Ela precisa dar netos antes da gente. E o André tá doido pra ter uma menina, mas Agatha não quer.
— Sério, Jorge?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Casei com Meu Chefe Frio e Bilionário
Impossível de ler, vários capítulo não abrem só aparece o anúncio. Vou nem gastar dinheiro pq vou me arrepender...
Caraca vários capítulos não abrem. Muito ruim assim. mailto:[email protected]...
Quando vai liberar os próximos capítulos, please??????...
Libera mais capítulos pff...