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Casei com Meu Chefe Frio e Bilionário romance Capítulo 416

Eles se sentaram na sala.

O clima ainda era estranho.

Suspenso.

Joana apareceu trazendo café em uma bandeja elegante.

Distribuiu as xícaras.

Saiu em silêncio.

As horas pareciam não passar.

Ana, mais atrevida, foi a primeira a quebrar o clima.

— Você se formou na faculdade, Nathália?

Nathália tomou um gole da xícara antes de responder.

— Sim. Contabilidade.

— Interessante… — Ana inclinou a cabeça. — E você e o Ricardo… só namoram ou já são noivos? Moram juntos?

Nathália riu, constrangida.

Eles nunca tinham conversado oficialmente sobre morar juntos.

Mas aquela pergunta fez a ficha cair.

Na prática…

já moravam.

Foi Agatha quem salvou.

— Ana… para de fazer interrogatório. Meu Deus.

Ana ergueu as mãos.

— É só curiosidade. Ela é nossa irmã. Quero saber sobre ela.

Anabela entrou na conversa:

— Daqui a pouco papai obriga ela a casar e dar netos. Porque nessa casa não se fala de outra coisa além de netos.

— Anabela. — Jorge repreendeu.

— Papai… é verdade.

Agatha deu uma risadinha.

— Errada não tá. Papai vive numa competição com o tio João.

Olhou para Nathália.

— E agora, com você, tudo muda.

Ana arregalou os olhos.

— Meu Deus… a pressão vai aumentar.

Nathália riu.

— Que competição é essa?

Agatha cruzou os braços.

— Tio João tem três filhos. Duas meninas. Mas já tem quatro netos.

Limpou a garganta.

— Papai tem quatro filhas… e só dois netos.

Nathália piscou.

— Competição pra ver quem tem mais netos? Isso existe?

Anabela gargalhou.

— Na nossa família, sim.

Ana completou:

— E agora que papai tem oficialmente quatro filhas… nem quero ver.

— Eu vou viajar. — disse Ana. — Não vou aguentar ouvir papai pedindo netos.

Agatha sorriu de canto.

— Minha parte eu já fiz. Dois lindos netos.

Apontou para si mesma.

— Se a gente seguir a competição à risca… se papai morrer, eu tenho direito a tudo.

— Vocês esqueceram que eu tô aqui? — Jorge reclamou. — E parem de me matar.

Agatha riu.

— Era só pra causar drama e comoção.

— Vocês vão assustar ela assim. — Jorge balançou a cabeça.

Ana riu também.

— Não podemos fazer nada. Ela não sabe onde tá se metendo.

Anabela apontou para Nathália:

— Se eu pudesse dar um conselho… diria: corre, Nathália. Corre.

As três se olharam.

E riram juntas.

Nathália estava assustada.

Mas havia outro sentimento por baixo disso.

Algo quente.

Estranho.

Bom.

Ela amava as amigas.

Seu grupo era perfeito.

Não trocaria por nada.

Mas aquilo…

era diferente.

Era algo que ela não sabia explicar.

Jorge pigarreou.

— Chega.

Virou-se para Nathália.

— Quer conhecer os estábulos… ver a plantação?

Ela apenas assentiu.

O coração cheio de algo que dava medo.

Mas que, ao mesmo tempo…

gostava.

Jorge se levantou e indicou o caminho.

Agatha fez um gesto rápido para as irmãs ficarem.

Elas entenderam na hora.

Inventaram desculpas.

Uma atrás da outra.

Para permanecer na casa.

Observando.

Esperando.

Porque aquele passeio…

não era só sobre cavalos.

Ou plantações.

Era sobre algo muito maior começando a nascer.

Nathália e Jorge caminhavam pelos estábulos amplos, aquecidos por sistemas discretos embutidos nas paredes de madeira escura.

O espaço era enorme.

Baias impecáveis.

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