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Casei com Meu Chefe Frio e Bilionário romance Capítulo 419

Quando Ricardo voltou à sala, havia algo escondido atrás das costas.

Nathália franziu a testa.

Ricardo respirou fundo.

— Eu… não queria que fosse assim. — confessou. — Tinha outra coisa em mente.

Ele se aproximou do sofá.

Ajoelhou-se à frente dela.

Os olhos firmes.

Mas carregados de emoção.

— Eu te amo. — disse baixo. — Nunca, nunca duvide disso. E… obrigado por não ter duvidado de mim.

Nathália levou a mão à boca.

— Eu também te amo.

Ricardo sorriu.

— Então… preciso te perguntar algo. Pra ter certeza.

Pegou a mão dela.

Puxou-a com cuidado.

E trouxe para a frente a outra mão que estava escondida.

Nathália arregalou os olhos.

— Não… amor… mentira…

As lágrimas já se formavam.

Ricardo deu um pequeno sorriso.

— Calma.

Então abriu a caixinha.

Dentro… um anel delicado.

Diamantes.

Elegante.

Lindo demais.

— Nathália Guimarães… — a voz saiu firme, mas carregada. — Você aceita casar comigo?

Ela levou a outra mão ao rosto.

— Meu Deus… — riu entre lágrimas. — Sim. Sim. Claro que sim!

Se jogou nos braços dele.

As lágrimas já banhavam seu rosto.

Ricardo a apertou forte.

Depois afastou-se apenas o suficiente para procurar sua boca.

Beijou.

Longo.

Profundo.

— Te amo, senhora Rocha.

Ela riu, ainda chorando.

— Para…

Ele pegou a mão dela.

Colocou o anel em seu dedo.

Nathália ficou olhando.

Em choque.

— Ficou lindo… socorro…

Ricardo beijou sua mão.

Bem sobre o diamante.

— Prometo sempre… sempre te respeitar e te amar.

Ela sorriu.

Os olhos brilhando.

— Ricardo… mas ainda não podemos falar nada. Precisa manter segredo.

Ele suspirou, mas assentiu.

— Tudo bem. Mas só até o leilão beneficente da Royal.

Se inclinou para ela.

— Lá eu quero contar pra todo mundo que sou noivo da mulher mais linda do mundo.

Ele a puxou para um abraço apertado.

Então, num movimento rápido…

levantou-a pela cintura.

Nathália soltou um gritinho baixo e entrelaçou as pernas nele.

Ricardo falou no ouvido dela, a voz grave:

— Agora vamos pro banho… porque eu preciso matar a saudade.

E aliviar o medo.

O vapor já embaçava o espelho quando Ricardo fechou a porta do banheiro atrás deles.

Nathália ainda estava rindo baixo, nervosa demais para fingir normalidade.

Ele não disse nada.

Só a puxou pela cintura.

Devagar.

Como se quisesse memorizar cada centímetro dela.

O beijo veio quente.

Sem pressa.

Depois outro.

Mais fundo.

As mãos dele subiram pelas costas, firmes, possessivas — não por controle… mas por necessidade.

Como se tivesse acabado de encontrá-la depois de quase perdê-la.

Nathália suspirou contra a boca dele.

Os dedos se enroscaram em sua camisa.

Puxaram.

Ricardo sorriu no meio do beijo.

— Você faz isso comigo… e depois acha que eu vou continuar calmo?

Ela inclinou a cabeça, provocando.

— Não pedi calma.

A água quente começou a cair sobre os dois.

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