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Casei com Meu Chefe Frio e Bilionário romance Capítulo 51

Capítulo 51

Então, ele a puxou pela cintura, e o beijo aconteceu como se fosse inevitável — quente, urgente, arrebatador.

Eloise sentiu o corpo inteiro incendiar-se. O sabor do vinho, o toque firme das mãos dele, o calor que parecia subir da pele até o peito.

Augusto a ergueu com facilidade e a sentou sobre a mesa, aproximando-se ainda mais. As pernas dela se entrelaçaram em torno da cintura dele, puxando-o para perto.

O beijo se aprofundou, as mãos dele explorando sua cintura, costas, coxas. Ela arfou contra a boca dele, e a sensação de estar tão perto, tão entregue, só aumentou a chama. Só parar para respirar mas os olhares um no outro.

Lá fora, a chuva caía pesada, como se tentasse apagar o fogo que crescia entre eles. Mas dentro daquela cozinha, nada poderia esfriar.

Eloise segurou o rosto dele com as duas mãos, como se não quisesse que o momento acabasse.

Augusto, com a respiração acelerada, roçou os lábios no ouvido dela.

— Cuidado, Eloise… — sussurrou. — Ou esse almoço vai acabar de um jeito que você não imagina.

Ela sorriu, provocante.

— E quem disse que eu não imagino?

O olhar dele se tornou ainda mais intenso — e naquele instante, os dois sabiam que o limite entre o profissional e o pessoal já havia sido completamente rompido.

O beijo deles ardia como se o mundo lá fora não existisse. A chuva batia forte nas janelas, o som grave misturando-se à respiração acelerada dos dois.

Augusto a segurou pela cintura e, num único movimento, a ergueu no colo. As pernas dela continuaram firmes ao redor dele, e isso o fez soltar um suspiro carregado de desejo.

Os lábios dele desceram para o pescoço de Eloise, explorando a pele quente com beijos firmes. Quando seus dentes roçaram e morderam levemente o lóbulo da orelha dela, um pequeno gemido escapou de seus lábios — suave, mas carregado o suficiente para incendiar cada fibra do corpo dele.

Era como se estivessem atrasados para um compromisso, movidos por uma pressa que queimava no sangue. O som do tecido sendo arrancado ecoou pelo quarto, misturando-se ao ritmo acelerado das respirações.

Ela tirou a camisa dele com pressa, os dedos tremendo entre botões que pareciam resistir de propósito. Ele, por sua vez, empurrou o vestido dela pelos ombros, revelando mais pele, mais calor, mais do que ele conseguia resistir.

— Eloise… — o nome saiu num suspiro rouco, quase como uma confissão.

O corpo dela arrepiou inteiro.

Ele a puxou novamente, o beijo agora mais profundo, mais urgente, como se cada segundo longe fosse impossível de suportar.

A chuva lá fora parecia acompanhar o ritmo, tamborilando nas janelas com força. O ar no quarto se tornava mais denso, carregado do cheiro da pele deles, do calor, da promessa que já não precisava de palavras.

Cada toque era uma centelha. Cada beijo, uma faísca. E os dois sabiam — nada ali iria apagar o fogo que já ardia nos dois.

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