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Comprei um Gigolô e ele era um Bilionário (Kayla Sango ) romance Capítulo 672

~ BIANCA ~

A gente nem se preocupou em secar direito.

Saímos do chuveiro ainda pingando, ele pegando toalha qualquer e passando rapidamente pelo meu corpo, mais por pretexto de me tocar do que por real necessidade.

Quando chegamos na cama, eu o empurrei pra trás e ele caiu sentado na beirada, olhando pra mim com aquela expressão faminta que fazia meu estômago revirar deliciosamente.

— Vem aqui — ele ordenou, voz rouca.

Obedeci, subindo no colo dele, pernas se enrolando ao redor da cintura, sentindo ele duro pressionando exatamente onde eu estava pulsando de necessidade.

Ele gemeu quando me sentiu descendo levemente, provocando sem deixar ele entrar ainda.

— Bia... — veio como aviso.

— Hm? — fingi inocência, movendo os quadris em círculos lentos.

As mãos dele apertaram minha bunda com força.

— Você tá me provocando de propósito.

— Talvez — sorri contra a boca dele.

— Então aguenta as consequências.

Ele me deitou de costas na cama com facilidade impressionante, seu corpo cobrindo o meu completamente, se apoiando nos antebraços para não colocar peso na minha barriga.

— Nico... — suspirei quando ele roçou contra mim, provocando.

— Fala — ele ordenou, olhando diretamente nos meus olhos. — Fala o que você quer.

— Você — gemi, tentando puxar ele mais perto. — Eu quero você dentro de mim. Agora.

Ele sorriu — aquele sorriso perigoso que significava que eu estava ferrada.

Desceu a mão entre nossos corpos, os dedos encontrando meu clitóris ainda sensível do chuveiro e circulando devagar, torturantemente devagar.

— Assim? — provocou. — É isso que você quer?

— Não... — choraminguei. — Você... seu pau... por favor...

— Tão impaciente — ele murmurou, dedos descendo, circulando minha entrada sem entrar. — Tão molhadinha... tão pronta pra mim...

— Por favor... — implorei sem vergonha nenhuma.

Finalmente, finalmente, ele se posicionou e entrou.

Devagar. Centímetro por centímetro torturante.

— Puta merda... — ele praguejou, testa encostada na minha. — Você é tão apertada... tão perfeita...

— Move — implorei quando ele estava completamente dentro. — Nico, por favor...

Ele obedeceu, saindo quase completamente antes de entrar de novo, mais forte dessa vez, arrancando grito de mim.

Estabeleceu ritmo devastador — estocadas profundas, precisas, atingindo exatamente onde eu precisava.

Eu sentia o orgasmo se construindo rápido, calor se espalhando pela minha barriga, músculos começando a contrair.

— Nico... eu tô... tô quase... — avisei, apertando as unhas nas costas dele.

E ele parou.

Completamente.

Ainda enterrado fundo em mim, mas imóvel.

— Che cazzo...? — gemi frustrada, tentando mover os quadris.

Ele segurou meus quadris com firmeza, me impedindo.

— Calma — disse com aquele tom que me deixava louca. — Não tão rápido.

— Nico... — choraminguei de verdade agora. — Não faz isso... por favor...

— Não faz o quê? — perguntou com falsa inocência, se movendo levemente — só o suficiente pra me provocar mas não o suficiente pra me levar de volta.

— Isso! — praticamente gritei. — Não para quando eu tô quase... você é um stronzo...

Ele riu baixinho, começando a se mover de novo, retomando o ritmo.

O alívio durou exatos dez segundos antes do orgasmo começar a se construir novamente.

E ele parou de novo.

— NICO! — gritei, e lágrimas de frustração começaram a formar. — Eu vou te matar...

— Não vai — ele disse confiante, beijando meu pescoço. — Você me ama demais.

— Eu te odeio — menti, e uma lágrima realmente escapou.

Ele a beijou, lambendo o rastro salgado.

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