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Da Cama Para o Altar: Um contrato com o meu Chefe romance Capítulo 117

“O problema nunca é se entregar… é quando você percebe que não quer mais se proteger.”

O problema nunca foi o desejo… foi quando aquilo começou a significar mais.

A chuva caía pesada lá fora, um véu constante que isolava o mundo inteiro, deixando apenas o quarto, o som suave das gotas contra o vidro e o calor dos corpos entrelaçados. Dayse permanecia aninhada contra o peito de Edward, sentindo o ritmo forte do coração dele contra sua pele.

Lentamente, quase com medo de quebrar o encanto, ela ergueu o rosto. Seus olhos se encontraram e dessa vez não houve fuga. Nenhum desvio. Apenas um olhar profundo, sustentado, carregado de tudo o que haviam tentado esconder até ali.

Existia algo ali.

E, pela primeira vez, nenhum dos dois tentou desviar o olhar.

A mão dele subiu devagar pelo corpo dela, traçando a curva do pescoço com reverência. Ele segurou seu rosto com as duas mãos, enquanto os polegares demoravam mais do que o necessário em cada traço, como se não quisesse perder nada. Dayse se inclinou para ele, fechando os olhos por um instante apenas para sentir melhor o toque.

Em seguida, ele aproximou o rosto e a beijou.

O beijo começou como uma promessa. Os lábios se tocavam devagar, explorando, saboreando. O gosto dele era familiar e ao mesmo tempo novo, como se fosse a primeira vez que realmente se permitiam sentir. As línguas se encontraram com calma, dançando num ritmo lento e profundo, enquanto as mãos dela deslizavam pelo peito nu de Edward, sentindo cada músculo, cada batida do coração.

Os dedos dele desceram pelas costas dela, traçando a coluna com carícias leves que provocavam arrepios, puxando-a mais para si até não haver espaço entre eles.

— Dayse… — murmurou contra sua boca, com a voz rouca, quase trêmula.

Com um movimento fluido, Edward se ajoelhou na cama, com o olhar escuro e intenso fixo nela. Devagar, quase com devoção, segurou a barra da camisola dela e começou a tirá-la. O tecido deslizou pela pele de Dayse, revelando os seios, a curva da cintura e a barriga. Ele não desviou o olhar nem por um segundo, acompanhando cada centímetro que surgia, com a respiração ficando mais pesada a cada parte revelada.

Dayse sentiu o rosto queimar.

O olhar dele era tão faminto, que ela corou intensamente, tentando cobrir-se por instinto. Edward segurou suas mãos com gentileza, impedindo-a, e sussurrou, com a voz baixa e carregada:

— Você é linda…

Em seguida, os dedos dele desceram até a borda da calcinha pequena. Com a mesma lentidão torturante, ele a puxou pelas coxas, deslizando o tecido fino pelas pernas dela enquanto mantinha os olhos fixos em seu rosto, captando cada suspiro, cada tremor, cada reação. Quando a peça finalmente caiu no chão, ele permaneceu ajoelhado, admirando-a por um longo momento, sentindo o peito subir e descer tentando acompanhar a respiração acelerada.

Dayse sentou-se na cama, com o coração disparado. Sem dizer nada, levou a mão ao cós do short dele. Seus dedos tremeram levemente ao puxá-lo para baixo. O tecido deslizou devagar, revelando os quadris estreitos, a linha do V definido, e então o corpo nu de Edward surgiu inteiro diante dela, duro, excitado, perfeito.

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