Entrar Via

Da Cama Para o Altar: Um contrato com o meu Chefe romance Capítulo 127

“O perigo nunca foi o desejo… foi o momento em que ele deixou de ser suficiente.”

Edward Fitzgerald

Ela quis me usar como se eu fosse só um corpo… e foi exatamente isso que me fez perder o controle.

O problema não foi o sexo. Foi o que veio depois.

Eu ainda estava de olhos fechados quando ela me tocou. Meu corpo reconheceu Dayse antes mesmo da mente despertar completamente. O calor da boca, o jeito lento e deliberado como ela me chupava… era inconfundível.

Eu não a interrompi.

Deixei que ela continuasse, sentindo o prazer subir pela espinha enquanto meus dedos se enroscavam em seus cabelos. Mas quando a puxei para cima, buscando sua boca com urgência, algo mudou.

Ela desviou o rosto.

Foi um movimento discreto, quase imperceptível. Meus lábios tocaram sua bochecha em vez da sua boca. Por um segundo, fiquei confuso.

Ela não queria me beijar?

Não consegui pensar muito, porque logo em seguida, Dayse assumiu o controle tirando a camisola devagar, expondo o corpo nu que eu já conhecia de cor. Ela sentou sobre mim, se encaixando devagar, me deixando louco. Começou a cavalgar com precisão, rebolando os quadris, se esfregando, usando meu corpo como queria.

E aquilo me fodeu a cabeça.

Porque ela estava molhada, apertada, entregue fisicamente… mas emocionalmente distante.

Evitava meus olhos. Evitava minha boca. Como se eu fosse apenas um instrumento para o prazer dela.

Eu deveria ter gostado disso. Talvez se fosse com qualquer outra mulher eu gostaria, mas com ela não.

Fiquei muito puto! Mas se é isso que ela quer… então é isso que vai ter.

Com um movimento brusco, inverti nossas posições. Em um segundo ela estava de costas no colchão, eu por cima, ainda dentro dela. Segurei suas coxas com força, abrindo-as mais, e comecei a invadir com raiva.

Eu não era suave, nem carinhoso.

Era intenso. Profundo. Selvagem.

Cada estocada era calculada para arrancar gemidos dela. Eu sabia exatamente onde pressionar, como girar o quadril, o ângulo que a fazia arquear o corpo e cravar as unhas nas minhas costas. Eu dava a ela o melhor que eu sabia fazer, o prazer cru, sem filtro, que eu guardava para quando queria dominar completamente.

— Olha pra mim. — rosnei, com a voz baixa e rouca, segurando seu queixo com uma mão enquanto metia mais fundo.

Mas ela desviou o olhar novamente, virando o rosto para o lado, com os lábios entreabertos soltando gemidos que ela não conseguia conter.

Aquilo me deixou ainda mais furioso.

Apertei mais sua cintura, levantei uma de suas pernas sobre meu ombro e acelerei o ritmo, fodendo-a com força, batendo fundo, sentindo suas paredes me apertarem cada vez mais. O som molhado dos nossos corpos ecoava no quarto. Seus seios balançavam a cada estocada violenta. Eu baixei o corpo, mordi seu pescoço, chupei a pele com força suficiente para deixar outra marca.

Queria que ela me olhasse. Queria ver aqueles olhos enquanto eu a destruía de prazer.

Mas Dayse se recusava. Mantinha o rosto virado, os olhos fechados ou perdidos em algum ponto do quarto.

Isso só me fez aumentar a intensidade.

Segurei seus pulsos acima da cabeça com uma mão e usei a outra para pressionar seu clitóris enquanto metia sem piedade. Senti o corpo dela começar a tremer, e ela me apertando indicando que estava perto de gozar. Quando o orgasmo a atingiu, foi violento fazendo ela arquear o corpo inteiro, e soltar um grito rouco da garganta, enquanto suas coxas tremiam ao meu redor.

Eu não parei.

Continuei metendo, prolongando o prazer dela até o limite, até que meu próprio orgasmo me acertasse como um soco. Gozei fundo dentro dela gemendo alto, sentindo o meu corpo tensionar no mesmo instante.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Da Cama Para o Altar: Um contrato com o meu Chefe