“O verdadeiro perigo começa quando desejo finalmente encontra sentimento.”
O problema de certas confissões não era o que um homem dizia em voz alta… mas tudo aquilo que ele revelava sem perceber enquanto olhava para uma mulher.
Edward não disse mais nenhuma palavra.
O silêncio entre eles era carregado, denso, quase palpável. Seus olhos azuis, escurecidos pelo desejo, percorreram o corpo dela como se quisessem memorizar cada curva iluminada pela luz baixa do quarto. Os dedos dele subiram devagar pela lateral do vestido dourado, roçando a pele quente por baixo do tecido frio e brilhante. Ele não rasgou, não se apressou em tirá-lo. Queria saborear o momento.
O zíper nas costas deslizou centímetro por centímetro com um som suave e torturante. Dayse sentiu cada movimento como uma carícia lenta. Sua respiração ficou entrecortada, o peito subia e descia visivelmente. Quando o vestido começou a escorregar pelos ombros dela, revelando a pele dourada e macia, Edward soltou um suspiro rouco, quase inaudível.
— Princesa … — murmurou com a voz grave e baixa, como se doesse olhar. — Você não tem ideia do que faz comigo.
O tecido dourado caiu aos pés dela como uma poça de luz líquida. Dayse ficou ali, apenas de calcinha preta rendada e saltos altos, sentindo-se exposta, vulnerável e absurdamente excitada. Seus mamilos endureceram imediatamente com o ar condicionado do quarto. Ela mordeu o lábio inferior, tentando controlar o tremor nas pernas.
Edward deu um passo para trás.
Os olhos dele a devoravam inteira, do pescoço ruborizado até as coxas trêmulas. Um músculo pulsou em sua mandíbula. Ele respirou fundo, como se precisasse de controle.
Então começou a se despir.
Tirou o paletó devagar, jogando-o sobre a poltrona sem tirar os olhos dela. A gravata foi puxada com um movimento firme. Os botões da camisa branca abriram um a um, revelando o peito largo, os músculos definidos do abdômen, a pele bronzeada que brilhava levemente sob a luz.
Dayse não conseguia desviar o olhar. Quando ele abriu o cinto e abaixou a calça, o volume evidente na cueca boxer preta fez o ventre dela contrair de antecipação.
— Edward… — sussurrou com a voz falhando.
Ele tirou a cueca.
O membro grosso e duro saltou livre, latejando, a glande já brilhava com o pré-gozo. Completamente nu, ele era intimidante, alto, forte, todo músculo e desejo cru. E ainda assim, o olhar que ele lançava para ela era quase reverente.
Ele avançou como um predador.
O ritmo aumentou.
As estocadas se tornaram mais rápidas e mais brutais. A cama rangia alto, os gemidos dela se transformaram em gritos curtos e desesperados. Edward segurou os pulsos dela acima da cabeça com uma mão, enquanto a outra apertava o quadril dela enquanto a invadia sem piedade.
Quando o orgasmo dela explodiu, Dayse convulsionou, apertando-o forte por dentro, enquanto o corpo inteiro tremia.
— Edward… eu… ahh! — ela gritou o nome dele como uma prece.
Ele grunhiu, enterrando o rosto no pescoço dela, e gozou logo depois,murmurando contra sua pele:
— Minha… você é minha.
Eles ficaram colados, ofegantes e com os corações batendo descompassados. Mas Edward sorriu contra o pescoço dela, ainda dentro dela e sussurrou:
— Isso foi só o começo, senhorita Whitmore. Eu ainda quero… muito mais.

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