“Algumas mulheres despertam desejo… outras despertam obsessão.”
Edward Fitzgerald sempre foi um homem de controle… até descobrir que Dayse Whitmore era a única coisa capaz de fazê-lo querer perder completamente o dele.
Edward não lhe deu tempo de recuperar o fôlego. Se levantou da cama com ela nos braços, enquanto Dayse entrelaçou as pernas na cintura dele. Ela gemeu ao sentir o membro dele roçar contra a sua intimidade ainda sensível pelo orgasmo recente.
Dayse riu, exausta e excitada, segurando o pescoço dele.
— Você não cansa nunca?
— De você? Nunca — respondeu rouco, mordendo o lóbulo da orelha dela enquanto caminhava nu pelo quarto.
O banheiro principal acendeu com luz suave e dourada.
Edward a colocou sentada sobre a bancada de mármore frio. O contraste do mármore gelado contra a pele quente e nua dela fez Dayse soltar um suspiro surpreso, mas ela não reclamou. Suas pernas permaneciam ligeiramente abertas, o corpo ainda latejava, enquanto ele se afastava apenas alguns passos para abrir o box enorme de vidro.
E foi nesse exato momento que ela não conseguiu desviar o olhar.
Dayse o observava com atenção voraz, sentindo o coração acelerar dentro do peito outra vez. Edward estava de costas para ela agora, estendendo o braço para ajustar o chuveiro.
O corpo grande e másculo dele era uma visão que roubava o ar: os ombros absurdamente largos se flexionavam, os músculos se contraiam de forma poderosa e definida sob a pele bronzeada.
Quando ele se inclinou ligeiramente para frente para testar a temperatura da água, o bumbum dele ficou ainda mais exposto, redondo, duro, perfeitamente musculoso, com as nádegas se contraindo a cada pequeno movimento.
Dayse mordeu o lábio inferior com força, sentindo um calor descer direto para o meio de suas pernas. As coxas grossas e poderosas dele, cobertas por uma fina camada de pelos escuros, sustentavam todo aquele físico imponente sem qualquer esforço. Cada contração dos músculos era visível, hipnótica, como se o corpo dele tivesse sido esculpido para dominar e possuir.
Edward virou de frente para ajustar algo no painel digital do chuveiro, e o fôlego dela simplesmente falhou.
O membro dele estava completamente ereto outra vez, curvando-se levemente para cima em uma ereção orgulhosa, latejando visivelmente.
Essa visão fez o corpo inteiro de Dayse arder de desejo.
Seus mamilos endureceram dolorosamente no ar fresco do banheiro. Sua intimidade pulsou, molhando ainda mais a bancada de mármore por baixo dela. Dayse apertou as coxas uma contra a outra, mas não adiantou, o desejo era quase insuportável.
— Meu Deus, Edward… — sussurrou com a voz rouca e trêmula, sem conseguir tirar os olhos daquela ereção imponente. — Como você… ?
Ele virou o rosto para ela por cima do ombro, enquanto um sorriso lento, arrogante e extremamente masculino curvava os seus lábios. Os olhos azuis escurecidos pelo desejo encontraram os dela com intensidade.

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