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Da Cama Para o Altar: Um contrato com o meu Chefe romance Capítulo 18

“O problema de negar um desejo… é que ele sempre encontra outra forma de aparecer.”

Dayse Whitmore adormeceu tentando convencer a si mesma de que aquele casamento com Edward Fitzgerald era apenas um acordo de negócios.

Infelizmente, seus sonhos pareciam ter uma opinião completamente diferente.

O cansaço começou a vencer pouco a pouco, e Dayse acabou adormecendo. No sonho, tudo parecia estranhamente real, com uma intensidade que fazia sua pele formigar de antecipação.

Ela estava novamente no escritório de Edward, mas o lugar estava diferente, imerso em uma atmosfera carregada de tensão sexual.

Não havia o movimento da empresa além das paredes de vidro, nem as luzes brancas que normalmente iluminavam o ambiente durante o dia. A única iluminação vinha da cidade lá fora, onde os prédios altos e os faróis distantes criavam um brilho suave, quase erótico, que atravessava as janelas e desenhava sombras longas sobre o chão polido e sobre o corpo alto e imponente de Edward Fitzgerald.

Ele estava parado diante dela, exalando uma aura de domínio que fazia o ar parecer mais denso.

Sem o paletó, com a camisa social branca levemente aberta no colarinho, revelando um vislumbre da pele bronzeada do peito, as mangas dobradas até os antebraços musculosos, exibindo veias proeminentes que pulsavam com uma força tranquila enquanto ele a observava com aquele olhar intenso, predatório, que parecia despi-la camada por camada, enxergando desejos que ela mal admitia para si mesma.

Dayse lembrou de ter cruzado os braços, tentando parecer firme, mas sentindo um calor traiçoeiro se espalhando entre suas pernas.

— Isso é uma péssima ideia — ela disse no sonho, com a voz saindo mais rouca do que pretendia.

Edward apenas sorriu. Aquele sorriso lento, seguro, provocador, que prometia prazeres proibidos.

— Você continua repetindo isso — ele respondeu, dando um passo em sua direção, enquanto seu corpo se moveu com uma graça felina que a deixava hipnotizada.

No sonho, ela recuou instintivamente, mas acabou encostando na mesa atrás de si, sentindo a borda dura pressionar contra suas nádegas.

Edward parou bem diante dela. Perto o suficiente para que ela sentisse o calor irradiando do corpo dele, como uma chama que ameaçava consumi-la. Perto o suficiente para que o perfume masculino que ele usava invadisse seus sentidos, misturando-se ao cheiro sutil de suor e excitação que emanava dele.

— Você realmente acha que consegue resistir a mim por um ano inteiro? — perguntou, com a voz baixa, grave, vibrando como um ronronar que ecoava diretamente em seu clitóris.

Dayse lembrou de ter erguido o queixo, tentando manter a compostura, mas sentindo os mamilos endurecerem sob o tecido fino da blusa.

— Consigo.

Edward inclinou levemente a cabeça, como se estivesse analisando aquela resposta com um interesse quase divertido, enquanto seus olhos verdes percorriam o corpo dela com uma fome descarada, demorando-se em seus seios, analisando o decote da camisa.

Então ele deu mais um passo, colando o corpo ao dela. Suas mãos pousaram lentamente na cintura dela, enquanto seus dedos cravaram na sua carne macia com uma pressão que a fazia ofegar.

Dayse sentiu o corpo inteiro reagir àquele toque, e um arrepio elétrico subir pela espinha, enquanto a umidade se acumulava entre suas coxas.

— Você não acredita nisso nem um pouco — murmurou, roçando a boca no lóbulo da orelha dela.

Dayse tentou responder, mas as palavras simplesmente desapareceram, sufocadas pelo desejo. Porque Edward a puxou para mais perto, pressionando o peito contra os seios dela, enquanto a rigidez inconfundível de sua ereção roçava contra sua barriga, prometendo mais.

— Esse é o problema do seu plano — murmurou com a voz trêmula, sentindo o próprio corpo lhe trair ao arqueá-lo levemente contra ele.

— Qual? — ele respondeu, descendo as mãos devagar para apertar suas nádegas, puxando-a com mais força contra si.

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