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Da Cama Para o Altar: Um contrato com o meu Chefe romance Capítulo 248

"Algumas famílias comemoram boas notícias. Outras transformam essas notícias em um projeto de tempo integral."

Dayse descobriu que sua opinião sobre o próprio casamento havia deixado de ser relevante no instante em que entrou na sala principal da mansão Fitzgerald na manhã seguinte e encontrou Margaret sentada diante de uma mesa completamente tomada por catálogos, amostras de tecidos, revistas especializadas, listas de fornecedores e uma quantidade absurda de anotações que pareciam suficientes para organizar um evento presidencial.

Clara estava sentada à direita da senhora Fitzgerald e Marina ocupava o lugar da esquerda.

As três conversavam com a concentração de pessoas que claramente havia assumido uma missão importante.

E aquilo nunca era um bom sinal.

— Bom dia — disse Dayse, parando no meio do caminho.

As três levantaram os olhos ao mesmo tempo.

— Finalmente — respondeu Margaret.

— Estávamos esperando você.

— Há quase uma hora — acrescentou Clara.

— Quarenta e sete minutos — corrigiu Marina.

Dayse piscou.

— Vocês estão me assustando.

— Ótimo — respondeu Clara. — Significa que estamos causando a impressão correta.

Antes que Dayse pudesse responder, uma mão pousou imediatamente em sua lombar.

Era Edward. Ele havia desenvolvido o hábito de tocá-la constantemente. Como se precisasse confirmar que ela continuava ali. Como se precisasse lembrar a si mesmo que nada daquilo tinha sido um sonho.

— Ela acabou de acordar — informou ele.

Clara arqueou uma sobrancelha.

— São dez horas da manhã.

— Ela precisa descansar.

— Ela dormiu nove horas.

— Ainda assim.

Margaret fechou a revista que tinha nas mãos lentamente.

Dayse conhecia aquele olhar, já Edward aparentemente não.

— Edward…

— Sim, vovó?

— Gravidez não é doença.

Clara imediatamente abaixou a cabeça para esconder o sorriso e Marina fez o mesmo.

Edward permaneceu impassível.

— Eu sei.

— Tem certeza?

— Absoluta.

— Porque ontem você tentou impedir Dayse de carregar a própria bolsa.

— Ela estava pesada.

— Era uma bolsa.

— Ainda assim.

— E também tentou impedir que ela subisse uma escada.

— Poderia escorregar.

— Eram três degraus.

— Acidentes acontecem.

Margaret levou uma das mãos à testa.

— Meu Deus.

Dayse já estava rindo. Porque aquela discussão acontecia desde a noite anterior. Edward havia desenvolvido um instinto de proteção tão exagerado que começava a preocupar até mesmo a própria família.

— Eu só estou tomando precauções — argumentou ele.

— Você quase pediu autorização médica para ela atravessar uma sala.

— Isso é um exagero.

— Não é.

— É um pouco — concordou Marina.

— Muito — acrescentou Clara.

Edward olhou para as três. Depois para Dayse.

— Ninguém está do meu lado?

— Não.

A resposta veio das quatro mulheres ao mesmo tempo.

A gargalhada que escapou de Dayse fez Edward estreitar os olhos.

Mas então ele sorriu, porque ver Dayse rir daquele jeito fazia alguma coisa dentro dele se acalmar, e perceber o quanto a felicidade dela tinha se tornado importante para a sua própria felicidade ainda era algo que o surpreendia.

Margaret voltou sua atenção para os papéis espalhados sobre a mesa.

— Agora sente aqui.

Dayse obedeceu.

E imediatamente se arrependeu.

Entre vestidos de madrinha, flores, igrejas, buffets, convites, decoração, música e fotógrafos, Dayse percebeu rapidamente que não estava participando da organização do casamento, mas sendo completamente engolida por ele.

Tudo apareceu diante dela ao mesmo tempo.

— Meu Deus — murmurou.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

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