“O verdadeiro perigo não é o desejo… é quando ele começa a escapar do controle.”
Edward não costumava sonhar.
Não daquela forma, não com aquela intensidade crua, quase violenta, nem com aquela sensação desconcertante de perder completamente o controle.
Mas, naquela noite, não houve escolha, porque sua mente simplesmente ignorou qualquer tentativa de contenção e o arrastou para algo que ele não conseguiu impedir.
No sonho, eles estavam na sala da presidência. A cidade piscava lá embaixo através das enormes janelas de vidro, mas nada mais importava além dela.
Dayse se aproximou devagar, com aquele olhar que misturava inocência e provocação. Sem dizer uma palavra, ela se ajoelhou diante dele, tocando os joelhos no carpete macio. Seus dedos ágeis abriram o cinto e o zíper de Edward com uma ousadia que ele nunca imaginou vir dela.
— O que pretende fazer?
— Algo que você vai gostar…
Quando a boca quente e molhada o envolveu, Edward soltou um gemido rouco, enquanto uma de suas mãos foi imediatamente para os cabelos dela. Dayse o chupava com vontade, profunda e faminta. Seus lábios deslizavam com uma habilidade que o fez apertar os dentes. A língua girava, sugava, provocava a cabeça sensível enquanto ela o olhava de baixo, com os olhos brilhando com malícia.
— Porra, Dayse… — ele grunhiu, com a voz baixa e carregada.
Ela tirou o membro da boca apenas por um segundo, enquanto um fio de saliva ainda conectava os lábios inchados à glande latejante.
— Você gosta assim, né? — murmurou com a voz rouca e safada. — Gosta de me ver de joelhos, te chupando bem gostoso na sua sala presidente?
Antes que ele pudesse responder, ela o engoliu novamente, mais fundo, mais rápido, gemendo ao redor dele como se o prazer fosse dela também.
— Dayse caralho, que boquinha…
Edward não aguentou mais.
Com um movimento brusco, ele a puxou para cima pelos cabelos, virando-a de costas e a empurrou contra a grande mesa de mogno. Dayse apoiou as mãos na superfície fria, arqueando as costas e empinando a bunda para ele, oferecendo-se sem qualquer vergonha.
— Me fode, Edward… — ela pediu, com a voz manhosa e cheia de desejo. — Me come com força. Eu quero sentir você inteiro dentro de mim.
Ele não precisou de mais convite.
Ergueu a saia dela com as duas mãos, puxou a calcinha para o lado e, com um único golpe, a invadiu completamente. Dayse soltou um gemido alto, sentindo o corpo tremer ao ser preenchida de uma vez.
— Isso… assim… — ela arfou, empurrando o quadril contra ele. — Me come, Edward. Me fode do jeito que eu gosto.
Ele segurou os quadris dela com força, afundando os dedos na carne macia, e começou a estocar com intensidade. Cada investida era profunda, bruta, selvagem, fazendo o som de pele contra pele ecoar na sala vazia. Dayse gemia sem parar, enquanto dizia palavras safadas com dificuldade:
— Mais forte… Porra, você é tão grosso, tão grande … Me rasga toda…
Edward inclinou o corpo sobre o dela, e uma de suas mãos subiram até agarrar os cabelos dela novamente, puxando sua cabeça para trás enquanto acelerava o ritmo.
— Você é uma safada… — ele rosnou no ouvido dela, com a voz grave e carregada de tesão. — Se ajoelhando pra mim, pedindo pra ser fodida na minha mesa… Goza no meu pau, Dayse. Quero sentir você apertando enquanto eu te encho.

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