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Da Cama Para o Altar: Um contrato com o meu Chefe romance Capítulo 36

“O verdadeiro perigo não é o desejo… é quando ele começa a escapar do controle.”

Edward não costumava sonhar.

Não daquela forma, não com aquela intensidade crua, quase violenta, nem com aquela sensação desconcertante de perder completamente o controle.

Mas, naquela noite, não houve escolha, porque sua mente simplesmente ignorou qualquer tentativa de contenção e o arrastou para algo que ele não conseguiu impedir.

No sonho, eles estavam na sala da presidência. A cidade piscava lá embaixo através das enormes janelas de vidro, mas nada mais importava além dela.

Dayse se aproximou devagar, com aquele olhar que misturava inocência e provocação. Sem dizer uma palavra, ela se ajoelhou diante dele, tocando os joelhos no carpete macio. Seus dedos ágeis abriram o cinto e o zíper de Edward com uma ousadia que ele nunca imaginou vir dela.

— O que pretende fazer?

— Algo que você vai gostar…

Quando a boca quente e molhada o envolveu, Edward soltou um gemido rouco, enquanto uma de suas mãos foi imediatamente para os cabelos dela. Dayse o chupava com vontade, profunda e faminta. Seus lábios deslizavam com uma habilidade que o fez apertar os dentes. A língua girava, sugava, provocava a cabeça sensível enquanto ela o olhava de baixo, com os olhos brilhando com malícia.

— Porra, Dayse… — ele grunhiu, com a voz baixa e carregada.

Ela tirou o membro da boca apenas por um segundo, enquanto um fio de saliva ainda conectava os lábios inchados à glande latejante.

— Você gosta assim, né? — murmurou com a voz rouca e safada. — Gosta de me ver de joelhos, te chupando bem gostoso na sua sala presidente?

Antes que ele pudesse responder, ela o engoliu novamente, mais fundo, mais rápido, gemendo ao redor dele como se o prazer fosse dela também.

— Dayse caralho, que boquinha…

Edward não aguentou mais.

Com um movimento brusco, ele a puxou para cima pelos cabelos, virando-a de costas e a empurrou contra a grande mesa de mogno. Dayse apoiou as mãos na superfície fria, arqueando as costas e empinando a bunda para ele, oferecendo-se sem qualquer vergonha.

— Me fode, Edward… — ela pediu, com a voz manhosa e cheia de desejo. — Me come com força. Eu quero sentir você inteiro dentro de mim.

Ele não precisou de mais convite.

Ergueu a saia dela com as duas mãos, puxou a calcinha para o lado e, com um único golpe, a invadiu completamente. Dayse soltou um gemido alto, sentindo o corpo tremer ao ser preenchida de uma vez.

— Isso… assim… — ela arfou, empurrando o quadril contra ele. — Me come, Edward. Me fode do jeito que eu gosto.

Ele segurou os quadris dela com força, afundando os dedos na carne macia, e começou a estocar com intensidade. Cada investida era profunda, bruta, selvagem, fazendo o som de pele contra pele ecoar na sala vazia. Dayse gemia sem parar, enquanto dizia palavras safadas com dificuldade:

— Mais forte… Porra, você é tão grosso, tão grande … Me rasga toda…

Edward inclinou o corpo sobre o dela, e uma de suas mãos subiram até agarrar os cabelos dela novamente, puxando sua cabeça para trás enquanto acelerava o ritmo.

— Você é uma safada… — ele rosnou no ouvido dela, com a voz grave e carregada de tesão. — Se ajoelhando pra mim, pedindo pra ser fodida na minha mesa… Goza no meu pau, Dayse. Quero sentir você apertando enquanto eu te encho.

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