“O problema nunca foi o limite…foi o fato de eu querer atravessá-lo.”
Dayse Whitmore
Eu deveria ter dito não.
Deveria ter recuado no instante em que ele perguntou sobre o sonho.
Mas, naquele momento, já não era mais uma questão de escolha, era uma questão de até onde eu ainda conseguiria resistir a ele. Porque quando Edward Fitzgerald decide atravessar um limite, ele não espera respostas, ele simplesmente faz você esquecer que um dia existiu escolha.
— No meu sonho você estava de joelhos bem aqui… chupando meu pau com tanta vontade, gemendo meu nome enquanto eu te fodia contra essa mesa. E agora… você está aqui, tremendo nos meus braços, mas ainda tentando fingir que não quer a mesma coisa.
Eu tentei responder, mas as palavras simplesmente desapareceram quando ele me puxou com firmeza, erguendo meu corpo sem esforço e me colocando sobre a mesa dele, como se aquela fosse a posição mais natural do mundo.
O impacto leve contra a madeira fez meu coração disparar ainda mais, enquanto minhas mãos buscavam apoio instintivamente.
Antes que eu pudesse reagir, a mão dele deslizou ousadamente para baixo, até o meio das minhas pernas. Os dedos afastaram o tecido da calcinha tocando diretamente na minha intimidade molhada.
Edward soltou um som baixo de satisfação contra meu ouvido.
— Olha só como você está molhada pra mim, Dayse… — sussurrou, com a voz rouca e provocadora, enquanto roçava os lábios na pele sensível da minha orelha. — Mesmo dizendo não… seu corpo diz o contrário.
Não consegui evitar e me deixei levar.
Um gemido baixinho escapou dos meus lábios quando ele começou a me masturbar devagar por cima da calcinha, seus dedos desenhavam círculos precisos e lentos sobre o ponto mais sensível. Eu sentia um calor se espalhar pelo baixo-ventre, as pernas tremerem e o clitóris latejar sob o toque ritmado.
Fechei os olhos com força, inclinando a cabeça para trás e mordendo o lábio inferior para tentar conter os sons que insistiam em sair.
— Edward… Ann…

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