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Da Cama Para o Altar: Um contrato com o meu Chefe romance Capítulo 87

“Negar é fácil… difícil é quando o corpo não colabora.”

Dayse Whitmore

Assim que a porta se fechou atrás de nós, eu soube que não ia sair daquele quarto do mesmo jeito que entrei.

O som ficou mais abafado, o ar mais fresco, e o silêncio do interior trouxe uma estranha sensação de contraste com o caos que ainda estava se formando na minha cabeça.

Subimos as escadas seguindo Maria, que nos guiava com segurança pelos corredores amplos, até parar diante de uma das portas.

— Este será o seu quarto — disse, abrindo espaço para que entrássemos.

Clara passou primeiro, analisando o ambiente com um olhar rápido e preciso, enquanto eu permaneci parada por um segundo a mais na porta, respirando fundo antes de finalmente entrar.

Assim que Maria se afastou, fechando a porta com discrição, o silêncio se instalou.

E eu virei o rosto para Clara.

— Você vai me explicar o que está acontecendo? — perguntei, sem rodeios.

Ela tirou os óculos escuros com calma, revelando o olhar divertido que eu conhecia bem demais.

— Dayse minha amiga olha esse quarto, é do tamanho do meu apartamento. E essa cama? — ela saiu caminhando pelo quarto em direção ao banheiro. — Dayse, olha essa banheira?

Ignorei o surto temporário dela e me aproximei ainda mais.

— Clara você não me explicou ainda.

— Eu já expliquei — respondeu, tranquila — fui convidada.

— Clara… — eu respirei fundo, cruzando os braços — não brinca comigo.

Ela inclinou levemente a cabeça, me observando por um segundo antes de sorrir de lado.

— Você realmente acha que eu recusaria um convite desses? Um final de semana em uma casa dessas… com esse tipo de gente… — fez uma pausa, deixando o olhar brilhar com intenção — e com um certo homem que eu estou louca para transar?

Meu estômago revirou no mesmo instante.

— Então o Edward te convidou para…

— Provocar o Adrian, com toda certeza. — confirmou, simples — e, a verdade é que eu estou louca para dar muito para ele.

Eu fechei os olhos por um segundo, passando a mão pelo rosto, tentando me acalmar, o que claramente não estava funcionando.

Porque Clara não ajudava.

Nunca ajudava.

— Amiga… — ela começou, com aquele tom perigosamente leve, cruzando os braços enquanto me observava de cima a baixo — pelo amor de Deus, você está dividindo o quarto com Deus do Olimpo e vai continuar fingindo que não quer trepar com ele?

Abri os olhos devagar, encarando ela.

— Clara!

— Não, me escuta — ela continuou, se aproximando um pouco mais, completamente à vontade — eu vi ele lá fora… e olha… confesso que bati uma siririca mental só em vê ele com aquela sunguinha preta.

— Você é maluca! — murmurei, sentindo o rosto esquentar.

Ela soltou uma risada baixa, divertida.

— Eu estou sendo sincera — rebateu, dando de ombros — porque, sinceramente, se fosse comigo, eu já teria feito barba, cabelo e bigode. Até mesmo deixaria ele me comer por trás, mesmo sabendo que eu ficaria sem sentar direito por uma semana tendo em vista o tamanho daquele instrumento…

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