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Da Cama Para o Altar: Um contrato com o meu Chefe romance Capítulo 93

“O problema não é provocar… é aguentar a resposta.”

Existem momentos em que o jogo vira. E existem momentos em que alguém decide virar o jogo de propósito.

Dayse Whitmore acabou de fazer exatamente isso.

Dayse sentiu o coração martelando contra as costelas enquanto mantinha o olhar fixo no de Edward. O ar entre eles parecia carregado de eletricidade, mesmo dentro da água morna da piscina.

Seu corpo inteiro ardia, um fogo lento, insistente, que se espalhava desde o baixo ventre até a ponta dos dedos. Ela estava molhada, sim. Muito mais do que gostaria de admitir. Mas admitir seria perder o jogo, e Dayse Whitmore não perdia tão fácil.

Em vez de recuar, ela ergueu a mão devagar, quase preguiçosamente, e espalmou contra o peitoral largo e molhado de Edward. Os músculos dele se contraíram imediatamente sob seu toque. Ela sentiu a pele quente, os batimentos acelerados logo abaixo da superfície, e deslizou os dedos com uma lentidão deliberada, traçando cada linha definida, cada sulco entre os músculos.

A água escorria pelos ombros dele, fazendo a pele brilhar sob as luzes suaves do entardecer.

— Você quer saber se eu estou molhada… — murmurou com a voz baixa, rouca, carregada de uma ousadia que contrastava com o tremor interno que tentava esconder.

Dayse inclinou o corpo para frente e depositou um beijo demorado bem no centro do peito dele. Seus lábios se demoraram ali, sentindo o calor da pele, o gosto levemente salgado da água misturado ao cheiro dele. Em seguida, deu uma mordidinha leve, quase brincalhona, puxando a pele entre os dentes com cuidado suficiente para provocar, mas não para machucar.

Sorriu ao sentir o corpo dele tensionar inteiro.

— Dayse… caralho… — Edward grunhiu com a voz saindo rouca e estrangulada, como se ele estivesse se segurando por um fio.

Ela sorriu contra a pele dele, roçando os lábios no peito largo. Sem pressa, sua mão desceu pelo abdômen definido, sentindo cada músculo se contrair sob seus dedos, até chegar à borda da sunga. Com uma audácia que surpreendeu até a si mesma, Dayse deslizou a mão por dentro do tecido molhado e envolveu a ereção dele com firmeza, apertando devagar, sentindo-o pulsar quente e pesado contra sua palma.

Edward fechou os olhos com força, enquanto jogava a cabeça para trás. Seus dentes cravaram no lábio inferior, mordendo com força para conter o gemido que ameaçava escapar. O corpo dele estremeceu visivelmente, e Dayse sentiu o membro dele latejar mais forte em sua mão, inchando ainda mais com o toque provocador.

Ela apertou mais uma vez, deslizando o polegar devagar pela cabeça sensível, sentindo a textura macia e rígida ao mesmo tempo. O desejo dela latejava entre as pernas, e ela apertava as suas coxas discretamente debaixo d’água, tentando se conter.

— Você quer saber se eu estou molhada, para você?

Sussurrou enquanto apertava o membro dele passando o dedo pela glande de maneira provocante.

— Porra, Dayse.

Ela riu achando lindo a forma em que ele estava completamente entregue. Mesmo com o corpo ardendo de desejo, ela ia mostrar para ele que também sabia jogar.

— Pois, vai ficar sem saber — sussurrou por fim, com a voz doce e venenosa ao mesmo tempo.

Com a mesma lentidão torturante, Dayse retirou a mão de dentro da sunga dele, deixando os dedos roçarem de leve na pele sensível antes de se afastar completamente. O espaço que se criou entre seus corpos foi quase doloroso. A água fria preencheu o vazio, mas não foi suficiente para apagar o fogo que queimava dentro dela.

Ela inclinou a cabeça para o lado, enquanto um sorriso malicioso e vitorioso se abria lentamente nos lábios rosados. Seus olhos desceram descaradamente pelo corpo dele, parando sem qualquer pudor no volume evidente que marcava a frente da sunga. O tecido fino estava colado à pele, delineando perfeitamente o contorno rígido e latejante. Dayse suspirou fundo, um suspiro teatral, longo e carregado de falso arrependimento, como se realmente lamentasse ter que ir embora.

— Vou tomar um drink, meu noivo — disse com a voz suave, quase inocente, contrastando completamente com o que acabara de fazer. — Esfria a cabeça… e o corpo.

Seus olhos permaneceram mais um segundo no volume da sunga, antes dela finalmente dar as costas para ele.

Mas Dayse queria fazer ele pagar por tudo. Então subiu os degraus da piscina com movimentos lentos e sensuais, sentindo a água escorrer pelo corpo em pequenos riachos que brilhavam sob as luzes. Ela sabia que Edward estava devorando cada curva sua com o olhar e era exatamente isso que queria.

Antes de se afastar completamente, Dayse virou o rosto por cima do ombro e lançou um último olhar provocador, acompanhado de um sorriso malicioso que prometia mais do que entregava.

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