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INVENTEI UM NAMORADO E ELE ERA MEU NOIVO BILIONÁRIO romance Capítulo 88

Não precisei dizer nada. Apenas me levantei da cadeira, estendi a mão, e senti os dedos dele se entrelaçarem nos meus com uma naturalidade que já não me surpreendia, mas que ainda fazia meu coração acelerar.

Ele me puxou para dentro do quarto. A varanda ficou para trás, com o mar noturno e as luzes distantes, e de repente estávamos cercados pelo silêncio aconchegante da suíte, apenas o brilho suave das luzes indiretas e a cama imensa no centro do ambiente

Arthur parou no meio do quarto e me virou de costas para ele. Seus dedos encontraram o zíper do meu vestido e puxaram devagar. Tão devagar que eu podia sentir cada dente do zíper se separando, cada centímetro de tecido se soltando das minhas costas.

A boca dele encontrou minha nuca — um beijo leve, quase um sopro, que fez minha pele se arrepiar inteira. Seus lábios deslizaram pelo meu ombro enquanto o zíper chegava ao fim. O vestido escorregou pelos meus ombros, e Arthur segurou o tecido com cuidado enquanto ele deslizava pelo meu corpo, caindo aos meus pés.

Fiquei ali, de costas para ele, apenas de sutiã e calcinha. Senti o olhar dele percorrer cada centímetro da minha pele exposta. Sua mão deslizou pela minha cintura, subindo devagar até encontrar o fecho do sutiã. Seus lábios encontraram meu ombro de novo, beijando a pele com uma lentidão que fazia cada ponto de contato queimar.

O sutiã se soltou. Ele o puxou com cuidado, deixando-o cair ao lado do vestido. Suas mãos encontraram meus seios em uma exploração cuidadosa, como se estivesse redesenhando cada curva com as pontas dos dedos. As palmas quentes cobriram a pele, os polegares roçando os mamilos em movimentos circulares, e um gemido baixo escapou da minha garganta antes que eu pudesse segurar. Fechei os olhos, apoiando a cabeça contra o ombro dele.

Ele me virou para encará-lo. Seus olhos percorreram meu corpo — os seios expostos, a pele ainda arrepiada, a calcinha que era a única coisa entre nós. Uma mão encontrou minha nuca, puxando-me para um beijo profundo, enquanto a outra deslizava pela minha barriga, traçando o caminho até a barra da minha calcinha.

Ele puxou devagar. Tão devagar que eu podia sentir cada fio de tecido roçando minha pele, cada centímetro se soltando. A peça deslizou pelas minhas pernas, e Arthur a deixou cair no chão sem tirar os olhos de mim.

Ele deu um passo para trás. Apenas o suficiente para me ver inteira. Seus olhos brilharam, e ele balançou a cabeça quase imperceptivelmente, como se não acreditasse no que via.

— Você — ele murmurou, e a palavra saiu como um suspiro, como se não conseguisse formar mais nenhuma.

Ainda vestido, ele se inclinou e seus lábios encontraram minha clavícula. Depois o centro do meu peito. Depois o espaço entre meus seios. Cada beijo era demorado, exploratório, como se ele estivesse mapeando cada centímetro da minha pele. Suas mãos seguravam minha cintura, os polegares traçando círculos nos meus quadris enquanto a boca descia lentamente.

— Arthur — gemi, o nome dele escapando sem que eu pudesse controlar.

Ele ergueu os olhos para mim por um instante, um sorriso pequeno nos lábios, antes de continuar descendo. A barba por fazer raspava suavemente minha pele, deixando um rastro de arrepios por onde passava.

Ele se ajoelhou na minha frente.

A visão dele ali, de joelhos, ainda vestido, olhando para mim como se eu fosse a única coisa no universo — tirou meu fôlego. Suas mãos deslizaram pelas minhas coxas, abrindo-as devagar, e seus lábios encontraram a parte interna da minha perna. Um beijo. Depois outro. Cada um mais perto do centro do que o anterior.

— Por favor — sussurrei, sem saber exatamente o que estava pedindo.

Ele me guiou até a cama e me deitou com cuidado. Sua boca continuou trabalhando em mim enquanto eu caía contra o colchão, os cabelos espalhados sobre o travesseiro.

Prendi a respiração quando a boca dele finalmente encontrou meu clitóris. A língua deslizou com uma lentidão deliberada, e minhas mãos encontraram os cabelos dele, segurando sem puxar, apenas ancorando-me em algo enquanto o mundo começava a desaparecer.

Ele explorou cada parte de mim com uma paciência que beirava a tortura — lambidas longas e lentas, sucções suaves, pequenos círculos com a ponta da língua que me faziam arquejar contra o colchão. Quando seus dedos entraram em mim, foi com a mesma lentidão, movendo-se num ritmo que acompanhava a boca dele, construindo algo dentro de mim que crescia a cada segundo.

Capítulo 88 1

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