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O Viúvo e a Babá romance Capítulo 100

Capítulo 100

Juan permaneceu na sala por um tempo, refletindo sobre tudo que havia acontecido. Pensava em Ryan, em sua coragem e resiliência diante da adversidade. Pensava em sua mãe, Rita, e na força que ela demonstrou ao aceitar a difícil realidade. E, claro, pensava em Ayla, em como ela tinha se tornado uma parte vital de sua vida.

E é nesse exato momento que Ayla e Emma descem as escadas da mansão, prontas para ir ao parque, como Juan havia prometido a sua filha. Emma estava radiante, o rosto iluminado pela expectativa de uma tarde divertida.

—Papai! Vamos logo, estou pronta!— Ela pulava em um pé só, tentando ajustar o casaco enquanto descia.

Juan se levantou do sofá, sorrindo ao ver a empolgação da filha e bem ali, todos seus problemas pareciam ter sido evaporados.

—Estou aqui, querida.

Assim que chega ao último degrau, Emma olhou ao redor, confusa, notando a ausência de outras pessoas.

—Onde está a vovó e o tio Ryan?

Juan trocou um olhar rápido com Ayla antes de responder.

—Eles precisaram organizar algumas coisas, e não poderão ir conosco. Mas estamos prontos para ir, não é?

No mesmo instante, Ayla para ao lado de Juan e então, ela busca a mão dele, onde aperta três vezes, o dando completo suporte, mas há preocupação evidente em seus olhos.

—Está tudo bem?— ela sussurra para ele.

Juan olhou para ela, sentindo um calor reconfortante em sua mão que passou a cobrir todo o seu corpo.

—Agora está,— respondeu ele, também em sussurros, sorrindo em confidência.

Emma, ainda coberta de empolgação, caminhou a passos largos em direção a porta, onde chamou atenção de Ayla e Juan:

—Então vamos logo!— ela chama, demonstrando sua impaciência.

Juan e Ayla trocam sorrisos, mas logo assente e seguem em frente. Juntos, naquele fim de tarde, vão em direção ao parque no centro da cidade.

O lugar era verde e extremamente bonito, cercado de pessoas aproveitando o bom tempo e o final de semana em família. As árvores altas e floridas, bancos de madeira estrategicamente posicionados, e um grande parquinho para as crianças formavam o cenário perfeito.

Ayla suspirou enquanto observava ao redor e Emma correu imediatamente para os balanços, seu riso ecoando pelo ar. Juan e Ayla se sentaram em um banco próximo, observando-a brincar.

O já sol começava a se pôr, pintando o céu com tons de laranja e rosa, enquanto a brisa leve trazia o perfume das flores do jardim.

—Ela está tão feliz,— comentou Ayla, sorrindo enquanto seguia os movimentos de Emma com os olhos.

—Sim,— respondeu Juan, com um sorriso sereno. —Ver ela assim me faz esquecer de todos os problemas.

Juan e Ayla sorriram entre si, e ali a conversa entre eles permaneceu leve, cheia de pequenas observações sobre o parque, as pessoas ao redor e os planos para o futuro.

Juan estava começando a se sentir mais relaxado, como se aquele momento pudesse durar para sempre. Ayla se sentia da mesma maneira, embora ainda carregasse uma preocupação persistente no fundo de sua mente.

De repente, toda aquela paz foi interrompida, quando o celular de Juan vibrou em seu bolso. Ele pegou o aparelho e viu que havia recebido uma mensagem de um número privado.

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