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Querido chefe, os gêmeos não são teus! romance Capítulo 2

ALEXANDER HAMPTON

— Camisa. Fora. — ela ordenou.

Não precisei que me dissessem duas vezes. Desabotoei a camisa que eu usava e a joguei na poltrona. Me sentei na borda da cama, de costas para ela, esperando.

Senti o colchão afundar quando ela subiu na cama, ficando de joelhos atrás de mim. Ouvi o som do óleo sendo despejado nas mãos dela, seguido pelo som suave dela esfregando as palmas para aquecê-lo.

— Relaxe, Alex. — ela sussurrou.

As mãos dela tocaram meus ombros. O toque era firme, quente e oleoso. Ela começou pelo trapézio, onde eu guardava toda a tensão das últimas semanas. Seus polegares cavaram os nós dos meus músculos com uma precisão que me fez soltar um gemido longo e baixo.

— Isso... — murmurei, com a cabeça pendendo para frente.

— Você está tenso demais, amor. — Ela comentou, subindo as mãos para o meu pescoço, massageando a base do crânio. — Precisa esquecer qualquer preocupada. Estamos aqui agora.

— Estou tentando. — fechei os olhos, focando apenas na sensação das mãos dela deslizando pela minha pele.

Ela trabalhou nos meus ombros por longos minutos, descendo para as omoplatas, usando o peso do corpo para aplicar pressão. Era divino. Era exatamente o que eu precisava.

— Amor? — ela chamou, a voz suave, enquanto suas mãos deslizavam para os meus braços.

— Hum? — Eu estava quase cochilando, em um estado de transe induzido por Lizzy.

— Agendei nossa cerimônia. — ela disse casualmente, como se estivesse comentando sobre a massagem. — É amanhã de manhã.

Meus olhos se abriram. O sono evaporou.

Virei a cabeça levemente para trás para tentar olhá-la.

— Amanhã?

— Sim. — Ela sorriu, continuando a massagem, agora descendo pelas minhas costas. — Um templo pequeno, perto do rio. Monges. Bênção. Tudo o que combinamos.

O peso da informação assentou sobre mim.

— Então... — Voltei a olhar para frente, sentindo o coração acelerar, mas de um jeito bom. Um jeito certo. — Amanhã você será minha esposa.

— Sim. — Senti os lábios dela roçarem no meu ombro nu. — Amanhã eu serei sua esposa. Simbolicamente, espiritualmente... em todos os jeitos que importam.

Um arrepio percorreu minha espinha, e não foi por causa do ar condicionado.

As mãos de Lizzy deslizaram do meu peito para o meu abdômen, espalhando o óleo quente. Ela se inclinou para frente, o corpo dela pressionando contra as minhas costas. Senti os seios dela contra minha pele nua, separados apenas pelo tecido fino do vestido dela.

— A massagem... — perguntei, minha voz falhando um pouco quando os dedos dela traçaram a linha dos meus músculos abdominais. — Os lábios estavam incluídos no pacote?

Lizzy riu baixinho contra o meu pescoço. Ela mordiscou o lóbulo da minha orelha, puxando levemente com os dentes, enviando choques elétricos direto pelo meu sistema nervoso.

— Tudo está incluído, Sr. Hampton. — ela sussurrou. — Eu disse "sem restrições".

A mão dela, escorregadia de óleo, desceu mais. Passou pelo meu umbigo, pela linha da cintura da minha calça, e parou sobre o volume que já se formava ali, inegável e doloroso.

Arfei, jogando a cabeça para trás e apoiando-a no ombro dela.

Casal 2: 104 - Amanhã eu serei sua esposa 1

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