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Querido chefe, os gêmeos não são teus! romance Capítulo 2

ALEXANDER HAMPTON

— Alex, me escuta. Você é o dono. Você não é um funcionário. O Fox&Maple sobrevive sem você por algumas horas.

— É o princípio...

— E... — ela continuou, traçando as marcas de suas próprias unhas em minha clavícula. — Você está indo embora em breve de qualquer forma. Você tem que voltar para Nova York. É uma filial. Você não pode ficar aqui para sempre, supervisionando, qual é o sentido de se matar de trabalhar em um... — ela fez uma pausa. — Sábado?

— Hoje é sábado?

Ela sorriu, vitoriosa.

— Viu? Você nem sabe que dia é. Você precisa para de se perder em trabalho. Você precisava de mim.

Eu esfreguei minhas mãos pelo meu rosto, sentindo a barba por fazer de dois dias. Ela estava certa. Não sei se hoje é mesmo sábado, mas a reunião com o fornecedor era... opcional. Uma coisa que eu tinha marcado por puro hábito.

Eu olhei para ela. Esta criatura desastrosa e linda que, em menos de vinte e quatro horas, tinha reorganizado minha agenda e cada sinapse em meu cérebro.

Eu soltei um suspiro longo, que era metade exaustão, metade rendição.

— O que eu vou fazer com você? — murmurei e ela sorriu.

— Você vai me preparar um café, Hampton. — ela disse. — E depois, vamos tomar um banho.

— Primeiro o banho.

— Tarde demais. — ela disse, e me seguiu em direção ao banheiro principal.

— Lizzy. Privacidade.

— Alexander. — ela zombou. — Eu passei as últimas horas embaixo de você, ou em cima, ou com minha boca no seu... Enfim, acho que posso ver você escovar os dentes.

Ela tinha um ótimo argumento.

A cena era surreal. Elizabeth Winter estava nua ao lado da minha pia, escovando os dentes como se fizessem isso há anos.

Peguei minha própria escova. Nós nos olhamos no espelho. Ela cuspiu na pia e sorriu para mim, com a boca cheia de espuma.

— Você fica fofo quando entra em pânico.

Apenas balancei a cabeça e comecei a escovar.

Quinze minutos depois, estávamos na cozinha. Eu tinha jogado uma calça de moletom e uma camiseta. Ela estava usando minha camisa social branca e, eu suspeitava, que nada mais que isso.

Eu, por hábito, fui para a máquina Nespresso, mas Lizzy bateu na minha mão.

— Ah, não. De jeito nenhum. Você enalteceu muito suas "qualidades". Eu quero o show completo. Eu quero o Mestre do Café.

— Certo. Sente-se e aprenda.

Eu fui para o meu equipamento de verdade. O moedor de lâmina cônica. Os grãos da Guatemala. A balança. O V60.

Lizzy se sentou na ilha, as pernas balançando, a camisa branca caindo de um ombro e me observou.

Eu comecei pesagem dos grãos. O barulho do moedor. O cheiro de café fresco enchendo o apartamento.

— Então esse é o mestre em ação. — comentou suavemente.

— Silêncio. — Disse, focado e comecei a despejar a água, a 198 graus.

— É tão sexy. Você fica todo sério e concentrado. ''Oh, olhe para mim, eu sou o Alex e eu controlo a água quente.''

Eu quase ri, o que teria estragado meu despejo.

— Cale a boca e apenas me observe.

E ela o fez. Pela primeira vez desde que a conheci, ela ficou genuinamente quieta. Seus olhos nunca deixaram minhas mãos, observando o processo.

Terminei o despejo e o aroma era perfeito. Servi duas canecas. Minhas favoritas, de cerâmica preta.

Casal 2: 33 - Na segunda-feira 1

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