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Querido chefe, os gêmeos não são teus! romance Capítulo 3

LEAH HAMPTON

O "relatório" começou com uma colisão.

Markus não perdeu tempo. Assim que seus lábios capturaram os meus, qualquer vestígio de protocolo hospitalar evaporou. Ele beijava com intensidade, com comando absoluto, sem deixar espaço para dúvidas ou hesitações.

Minhas costas bateram contra a superfície dura de um armário lateral antes que ele me girasse, impulsionando meu corpo em direção à sua mesa.

— Markus... — Tentei falar, mas o som foi engolido pela boca dele devorando a minha.

Com um único movimento de seu braço, ele varreu uma pilha de pastas, canetas e o que parecia ser um relatório financeiro trimestral. O som dos objetos caindo no carpete grosso foi abafado, insignificante diante da respiração pesada que preenchia a sala.

Ele me içou pela cintura. Senti meus pés saírem do chão e, em seguida, senti a mesa sob minhas coxas cobertas pelo tecido fino do pijama cirúrgico.

— Você disse que estava aberta a dar uns amassos escondidos... — Ele murmurou contra o meu pescoço, mordendo a pele sensível logo abaixo da orelha. — Vamos ver o quanto você aguenta.

Minhas mãos voaram para o cabelo dele, bagunçando os fios negros perfeitamente alinhados, puxando-o para mais perto. O cheiro dele inundou meus sentidos, entorpecendo qualquer pensamento racional que ainda tentasse me atrapalhar a conseguir o que meu corpo queria.

— Menos conversa, Sr. Blackwood... — Arfei, jogando a cabeça para trás quando a barba dele arranhou minha garganta. — Mais ação.

Ele se afastou apenas o suficiente para me olhar nos olhos. As pupilas dele estavam tão dilatadas que o cinza da íris parecia apenas um anel fino ao redor da escuridão. A fome contida ali me fez tremer.

— Como quiser, Dra. Hampton.

As mãos dele desceram da minha cintura para as minhas coxas. Ele não teve paciência com o laço da calça do pijama cirúrgico. Com um puxão firme, ele desfez o nó.

O som do tecido deslizando foi alto demais no silêncio do escritório.

Markus puxou o cós da calça para baixo, arrastando junto a minha calcinha num único movimento eficiente.

Ele prendeu meus tornozelos, abrindo minhas pernas e se posicionando entre elas.

— Você é linda. — Ele murmurou, o olhar varrendo meu corpo com uma reverência profana. — Tão linda que dói. Meu pau principalmente.

Antes que eu pudesse responder que ele podia aliviar a dor, Markus ficou de joelhos.

O movimento foi súbito. Ele desapareceu do meu campo de visão direto, afundando entre minhas pernas.

— Markus! — Gritei o nome dele, mas o som saiu estrangulado quando senti o hálito quente dele contra a minha intimidade.

Ele segurou minhas coxas com firmeza, mantendo-me no lugar, e então... ele provou.

Minhas costas arquearam violentamente, saindo da mesa. Meus dedos cravaram nos ombros dele, amassando o tecido do terno.

Não houve preliminares suaves. Ele foi direto ao ponto. Ele sabia exatamente onde tocar, onde pressionar e qual ritmo manter.

— Oh, Deus... — Gemi, mordendo o lábio com força para não gritar. — Markus...

A língua dele era habilidosa. Ele me devorava com uma fome que parecia ter sido represada por anos, não dias. Cada movimento conseguia extrair o máximo de prazer, me desestabilizando completamente.

Deitei na mesa devagar e olhei para o teto do escritório, para as luminárias modernas, tentando me manter na realidade. Estou no escritório do Diretor Executivo. É segunda-feira à tarde. Tenho pacientes na recuperação.

Mas a realidade física era muito mais forte.

A sensação da barba dele roçando na parte interna das minhas coxas, a sucção firme, o polegar dele massageando... era demais.

— Não para... — Supliquei, minha voz falhando. — Por favor, não para.

Markus aumentou o ritmo. Senti a vibração do gemido dele contra a minha pele, e isso foi o gatilho.

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