MARKUS BLACKWOOD
— ...eu quero brigar com você todo dia.
Ela riu, mas o riso se transformou num gemido quando aumentei a pressão das mãos, segurando seus quadris e ajudando no ritmo.
A visão era erótica demais. O corpo dela contra o meu, a pele suada brilhando, a forma como os músculos do abdômen dela se contraíam. Eu podia ver onde nossos corpos se uniam, o sexo úmido e deslizante, a prova física de que estávamos conectados.
— Mais rápido... — Ela pediu, jogando a cabeça para trás, o pescoço longo e elegante exposto. — Markus, mais rápido.
Eu obedeci. Mas eu não podia mais ficar passivo. A necessidade de dominá-la, de tomá-la de um jeito que a fizesse esquecer o próprio nome, rugiu dentro de mim.
— Vamos mudar.
Sentei-me na cama, trazendo-a comigo sem desconectar nossos corpos. Beijei-a com força, engolindo o protesto dela, Leah correspondeu o beijo e tentou voltar a me cavalgar, mas nos desconectei e girei nossos corpos.
Leah arfou quando se viu de quatro no colchão, comigo ajoelhado atrás dela.
A posição mudou tudo. Agora eu tinha o controle. Agora eu podia ver as costas dela, a curva da coluna e a redondeza perfeita das nádegas que estava louco para estapear.
Inclinei-me sobre ela, e minhas mãos foram para a frente, segurando os seios dela, apertando os mamilos enquanto sussurrava no seu ouvido.
— Você não gosta disso, Leah? Não gosta de quando eu tomo o controle?
— Gosto... — Ela choramingou, empurrando os quadris para trás, buscando contato. — Sim, por favor...
Penetrei novamente e retomei o ritmo, mas agora era diferente. Era profundo e animalesco. Como uma verdadeira foda deve ser.
Eu entrava nela com força, estocadas longas que a faziam deslizar no lençol. O som da nossa pele batendo encheu o quarto, um aplauso obsceno e delicioso para o que fazíamos.
— Você é minha. — Sussurrei, mordendo o ombro dela. — Entendeu? Minha namorada. Minha mulher. Minha.
— Sua... Markus, eu sou sua... — Ela balbuciou, a voz arrastada pelo prazer.
Apertei a cintura dela, puxando-a contra mim a cada investida. O atrito era intenso demais, bom demais. Eu sentia cada centímetro dela, cada contração das paredes internas dela me apertando, me ordenhando. Não tenho certeza se sexo sempre foi tão bom e esqueci, ou ela era a melhor que já tive... De qualquer forma, seria impossível esquecer minha noites com Leah Hampton.
Dentro de mim havia uma necessidade bruta de fundir minha alma à dela através do corpo.
Leah enterrou o rosto no travesseiro para abafar os gritos. Eu vi as costas dela se arquearem e os músculos tensionando.
— Não se esconda. — Ordenei, puxando-a pelos quadris para que ela ficasse mais ereta. Minha mão desceu para o seu clitóris, estimulando-o enquanto continuava a estocar fundo e ritmado.
O toque duplo foi demais para ela.
Leah gritou meu nome. O corpo dela convulsionou violentamente. Senti as contrações dela apertarem meu pau e cada onda de calor e prazer que irradiou dela para mim.
— Isso... — Ela soluçou, tremendo. — Markus!
Queria prolongar, mas sei que ela vai querer descansar.
Acelerei, dando estocadas brutais, profundas, buscando o útero dela, buscando marcar minha presença no mais fundo do seu ser.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Querido chefe, os gêmeos não são teus!