Entrar Via

Querido chefe, os gêmeos não são teus! romance Capítulo 3

MARKUS BLACKWOOD

— ...eu quero brigar com você todo dia.

Ela riu, mas o riso se transformou num gemido quando aumentei a pressão das mãos, segurando seus quadris e ajudando no ritmo.

A visão era erótica demais. O corpo dela contra o meu, a pele suada brilhando, a forma como os músculos do abdômen dela se contraíam. Eu podia ver onde nossos corpos se uniam, o sexo úmido e deslizante, a prova física de que estávamos conectados.

— Mais rápido... — Ela pediu, jogando a cabeça para trás, o pescoço longo e elegante exposto. — Markus, mais rápido.

Eu obedeci. Mas eu não podia mais ficar passivo. A necessidade de dominá-la, de tomá-la de um jeito que a fizesse esquecer o próprio nome, rugiu dentro de mim.

— Vamos mudar.

Sentei-me na cama, trazendo-a comigo sem desconectar nossos corpos. Beijei-a com força, engolindo o protesto dela, Leah correspondeu o beijo e tentou voltar a me cavalgar, mas nos desconectei e girei nossos corpos.

Leah arfou quando se viu de quatro no colchão, comigo ajoelhado atrás dela.

A posição mudou tudo. Agora eu tinha o controle. Agora eu podia ver as costas dela, a curva da coluna e a redondeza perfeita das nádegas que estava louco para estapear.

Inclinei-me sobre ela, e minhas mãos foram para a frente, segurando os seios dela, apertando os mamilos enquanto sussurrava no seu ouvido.

— Você não gosta disso, Leah? Não gosta de quando eu tomo o controle?

— Gosto... — Ela choramingou, empurrando os quadris para trás, buscando contato. — Sim, por favor...

Penetrei novamente e retomei o ritmo, mas agora era diferente. Era profundo e animalesco. Como uma verdadeira foda deve ser.

Eu entrava nela com força, estocadas longas que a faziam deslizar no lençol. O som da nossa pele batendo encheu o quarto, um aplauso obsceno e delicioso para o que fazíamos.

— Você é minha. — Sussurrei, mordendo o ombro dela. — Entendeu? Minha namorada. Minha mulher. Minha.

— Sua... Markus, eu sou sua... — Ela balbuciou, a voz arrastada pelo prazer.

Apertei a cintura dela, puxando-a contra mim a cada investida. O atrito era intenso demais, bom demais. Eu sentia cada centímetro dela, cada contração das paredes internas dela me apertando, me ordenhando. Não tenho certeza se sexo sempre foi tão bom e esqueci, ou ela era a melhor que já tive... De qualquer forma, seria impossível esquecer minha noites com Leah Hampton.

Dentro de mim havia uma necessidade bruta de fundir minha alma à dela através do corpo.

Leah enterrou o rosto no travesseiro para abafar os gritos. Eu vi as costas dela se arquearem e os músculos tensionando.

— Não se esconda. — Ordenei, puxando-a pelos quadris para que ela ficasse mais ereta. Minha mão desceu para o seu clitóris, estimulando-o enquanto continuava a estocar fundo e ritmado.

O toque duplo foi demais para ela.

Leah gritou meu nome. O corpo dela convulsionou violentamente. Senti as contrações dela apertarem meu pau e cada onda de calor e prazer que irradiou dela para mim.

— Isso... — Ela soluçou, tremendo. — Markus!

Queria prolongar, mas sei que ela vai querer descansar.

Acelerei, dando estocadas brutais, profundas, buscando o útero dela, buscando marcar minha presença no mais fundo do seu ser.

Casal 3: 44 - "Overdose de orgasmos"? 1

Verify captcha to read the content.VERIFYCAPTCHA_LABEL

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Querido chefe, os gêmeos não são teus!