LEAH HAMPTON
— Por que você parou?
Markus se levantou devagar, os lábios úmidos e vermelhos, um sorriso torto e diabólico no rosto. Ele desceu minhas pernas dos ombros dele, deixando-as penderem para fora do balcão, mas manteve minhas coxas abertas, encaixando-se no meio delas.
— Porque eu não quero que você goze sozinha. — Ele falou com a voz rouca e baixa. — Eu quero estar dentro de você quando acontecer. Eu quero sentir você pulsando ao meu redor.
Ele segurou meu rosto e me beijou, um beijo que tinha gosto de mim e de desejo. Enquanto nos beijávamos, senti a mão dele descer para a própria calça, ouvi o som do zíper descendo e o farfalhar do tecido.
A antecipação era uma dor doce. Eu o queria. Eu precisava senti-lo me preenchendo.
A mão dele envolveu minha cintura com força, seus dedos apertaram minha pele, e ele me puxou para a ponta do balcão, até que minha bunda estivesse perigosamente na beira.
— Segura em mim. — Ele ordenou contra meus lábios.
Entrelacei meus braços no pescoço dele e envolvi sua cintura com minhas pernas.
Ele não foi suave. Não dessa vez. Markus segurou seu membro e empurrou de uma vez só, enterrando-se em mim até o fundo.
— Ahhhh! — Gritei na boca dele, o som abafado pelo beijo, mas vibrando na minha garganta.
A sensação de preenchimento foi indescritível. Meu corpo, já sensibilizado pelo oral, o recebeu como se ele fosse a peça que faltava para me tornar inteira.
Markus gemeu também, um som rouco veio do fundo do peito dele. Ele jogou a cabeça para trás, fechando os olhos, a mandíbula trincada.
— Tão apertada... — Ele murmurou. — Deus, Leah... você é perfeita.
Afastei meu rosto do dele e pousei a testa no ombro dele, ofegante, tentando me acostumar com a invasão deliciosa. Minhas unhas cravaram nas costas dele através da camisa fina.
Ele começou a se mover.
No início, foram estocadas longas, lentas, pacientes, apenas para me provocar. Ele recuava quase completamente, deixando apenas a ponta dentro, e depois empurrava com força, batendo o quadril contra o meu, fazendo meu corpo balançar.
— Isso... mais... — Pedi, mordendo o ombro dele.
Markus aceitou o desafio. O ritmo mudou. Ficou selvagem.
Ele segurou meus quadris com as mãos, mantendo-me no lugar enquanto ele estocava com força e velocidade. O som de pele batendo contra pele preencheu a cozinha, misturado aos nossos gemidos e respirações pesadas.
O balcão tremia levemente com o impacto. Eu me sentia completamente dominada, e era a melhor sensação do mundo. Eu não precisava tomar decisões, não precisava pensar sobre nada. Eu só precisava sentir.
— Eu te amo, Leah.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Querido chefe, os gêmeos não são teus!