“Lucas Sinclair”
Quando a porta se fecha pela última vez, o apartamento finalmente fica em silêncio. Olho para Ivy, encostada na porta, sorrindo, cansada.
— Foi uma noite muito boa — ela diz, se aproximando.
— Foi — concordo, puxando-a pela cintura. — Mas agora… estamos sozinhos. Finalmente temos um tempo só para nós.
Ela ri e encosta a testa no meu peito.
— Ainda temos que colocar o Oliver para dormir.
— Verdade — murmuro, beijando o topo da cabeça dela. — Vamos lá.
Vamos até o quarto, onde Oliver já está de pijama, sentado na cama com o livro de dinossauros no colo.
— Hora de dormir, campeão.
— Papai, você pode me contar uma história antes? — ele pede, fazendo aquela carinha que sabe que funciona comigo. — Por favor?
— Uma história rápida, ok? Você precisa descansar.
Ele assente e se enfia debaixo da coberta. Ivy e eu nos sentamos ao lado dele e começamos a inventar a história de um astronauta que descobre um planeta feito de sorvete.
Oliver ri baixinho em alguns momentos, mas lentamente os olhos vão pesando. Quando terminamos, ele já está completamente apagado.
— Dormiu — Ivy sussurra, sorrindo.
— Finalmente — murmuro, ajeitando o cobertor e beijando a testa dele.
Saímos do quarto com cuidado e fechamos a porta devagar. Quando chegamos no corredor, Ivy solta um suspiro longo.
— Que dia! — diz, passando as mãos pelo rosto.
— Foi intenso — concordo, puxando-a pela cintura. — Mas deu tudo certo.
— Finalmente. — Ela encosta a cabeça no meu peito. — Precisamos de um banho. Um longo banho.
— Acho que podemos aproveitar esse banho… juntos.
— Ótima ideia.
Seguro a mão dela e a levo até o banheiro. Fecho a porta e ligo o chuveiro, ajustando a temperatura. Ela se apoia na pia, me observando.
Quando a água está no ponto, me aproximo devagar e deslizo as mãos pela cintura dela, subindo até a barra da blusa.
— Levanta os braços — sussurro.
Ela obedece, e tiro a blusa devagar, jogando-a no chão. Depois, desabotoo o jeans dela, deslizando-o pelas pernas com a calcinha, deixando Ivy completamente nua diante de mim.
Meus olhos percorrem cada centímetro de pele exposta, e sinto meu corpo reagir imediatamente.
— Perfeita — murmuro, acariciando a lateral do corpo dela. — Você é perfeita.
Ela cora e desvia o olhar, mas seguro seu queixo, obrigando-a a me encarar.
— Não precisa ter vergonha — digo, pegando a mão dela. — Especialmente quando causa esse efeito em mim.
Deslizo a mão dela pela minha barriga até chegar à minha ereção sob a calça. Ivy ofega, mordendo o lábio.
— Você está vestido demais — sussurra, com a voz rouca.
Sorrio e me afasto, o suficiente para tirar a camisa, a calça e a cueca. Quando estou nu, puxo Ivy para dentro do box.
A água quente cai sobre nós, e ela fecha os olhos, suspirando em alívio. Mas não dou tempo para que relaxe completamente.
Pressiono-a contra o azulejo frio, colando meu corpo ao dela, e beijo seu pescoço devagar, mordendo de leve.
— Lucas… — ela geme, agarrando meus ombros.
— O quê, atrevida? — provoco, descendo os beijos pela clavícula e pelos seios, lambendo e sugando os mamilos até senti-los enrijecer.


VERIFYCAPTCHA_LABEL
Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Babá Proibida do CEO