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A Babá Proibida do CEO romance Capítulo 131

Enquanto seguimos para o local do evento, observo as luzes da cidade passarem pela janela do carro, tentando me manter calma.

Lucas mantém a mão entrelaçada na minha, passando o polegar pela minha pele em movimentos lentos e tranquilizadores.

— Você está quieta — diz, baixinho.

— Estou nervosa — admito, me virando para encará-lo. — E se as pessoas me olharem torto, ou alguém fizer algum comentário maldoso?

— Então eu vou lidar com isso — ele responde, firme. — Ninguém vai te desrespeitar, Ivy. Especialmente ao meu lado.

Ele aperta minha mão, como se quisesse me manter ancorada aqui dentro.

— Você não fez nada de errado, isso já ficou claro — continua, com um leve sorriso. — E qualquer pessoa que pense o contrário… é problema dela, não seu.

— Eu só… não quero te envergonhar — digo, num fio de voz.

— Me envergonhar? — repete, sério demais. — Ivy, você é a mulher mais incrível que já conheci. Inteligente, corajosa, determinada. Você nunca poderia me envergonhar.

Minha garganta aperta e desvio o olhar, antes que as lágrimas apareçam e arruínem a maquiagem.

— Confie em mim — ele murmura, beijando minha mão. — Vai dar tudo certo.

Assinto, tentando acreditar.

O carro finalmente para em frente a um prédio imponente, todo iluminado. Um tapete vermelho se estende da entrada até a calçada, e há fotógrafos posicionados dos dois lados, com câmeras prontas.

Um arrepio percorre minha espinha.

— Droga — sussurro, sem perceber.

— Calma — ele diz, rindo baixo. — Você não precisa falar com ninguém. Só sorria, fique ao meu lado e ignore os flashes. Tudo bem?

— Certo — murmuro, engolindo em seco.

O motorista abre a porta e Lucas sai primeiro, ajeitando o paletó antes de se virar e estender a mão para mim.

Respiro fundo e aceito, saindo do carro com cuidado para não tropeçar no vestido.

Assim que piso no tapete vermelho, os flashes começam.

Click. Click. Click.

— Sr. Sinclair! — Um dos fotógrafos grita. — Aqui!

— Sr. Sinclair, olhe para cá!

— Podemos falar com sua acompanhante?

Meu coração dispara e ele aperta minha mão, me puxando para perto.

— Apenas sorria — ele sussurra no meu ouvido, mantendo um sorriso calmo e controlado enquanto caminhamos.

Eu tento fazer o mesmo, forçando um sorriso enquanto os flashes continuam.

Parece uma eternidade até chegarmos à entrada, mas finalmente entramos no salão.

E, meu Deus… é deslumbrante.

Lustres enormes pendem do teto altíssimo, iluminando o espaço com um brilho dourado. Mesas decoradas com arranjos florais se espalham pelo salão e, ao fundo, há um palco onde obras de arte estão sendo exibidas.

— Impressionante — murmuro, observando tudo ao redor.

— É — ele concorda, pegando duas taças de champanhe de uma bandeja que passa. — Mas também é entediante.

Rio baixo, aceitando a taça que ele me oferece.

— Então, por que você vem?

131. Falsidade Disfarçada De Simpatia 1

131. Falsidade Disfarçada De Simpatia 2

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