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A Babá Proibida do CEO romance Capítulo 18

Sexta-feira chega rápido demais.

Dois dias completos evitando Lucas com uma eficiência digna de agente secreto.

Ele sai cedo, volta tarde. Eu fico com o Oliver o dia inteiro e, claro, jamais desço depois das 22h. Mesmo bem tentada, às vezes.

Tem funcionado. Milagrosamente.

— Ivy! IVY! — Oliver grita do outro lado da sala de brinquedos, acenando com o tablet. — Olha! A NASA lançou um foguete novo!

— Sério? — Me aproximo e me sento no chão ao lado dele. — Deixa eu ver.

Ele vira a tela, empolgado, e começa a explicar tudo com detalhes técnicos que… sinceramente, metade não entendo, a outra metade finjo que entendi.

Mas vale cada segundo só para ver os olhos dele brilhando desse jeito.

A nossa pequena aula sobre combustível de foguete é interrompida por saltos ecoando no corredor.

Automaticamente, meu coração ameaça parar. Blair?

Mas, para meu alívio, quem aparece é Sophia, a irmã de Lucas.

— TITIAAA! — Oliver berra, largando o tablet e correndo até ela.

— Meu pequeno astronauta! — Ela ri, pegando-o no colo e girando. — Eu estava morrendo de saudades!

— Eu também, titia.

Sophia dá um beijo estalado na bochecha dele antes de colocá-lo no chão. Depois, olha para mim.

— Ivy, certo? — Ela pergunta, sorrindo e estendendo a mão. — A lenda que conseguiu domar meu sobrinho.

Levanto rápido, limpando as mãos na saia do uniforme e apertando a dela.

— Prazer, Srta. Sinclair. Mas eu não…

— Me chama de Sophia — ela me interrompe, categórica. — Srta. Sinclair é só quando estou brigando com meu irmão.

Sorrio, aliviada.

— Certo… Sophia.

— Muito melhor. — Ela se vira para Oliver. — Amorzinho, lembra do foguete que você me pediu umas duas semanas atrás?

Os olhos dele crescem instantaneamente.

— O FOGUETE SATURN V DE MONTAR?

— Esse mesmo, espertinho. Vamos comprar. Agora.

— AGORA?! DE VERDADE?!

— De verdade — ela ri. — Mas a Ivy vem junto.

— Eu? — pergunto, apontando para mim como se houvesse outra Ivy na sala.

— Claro — Sophia responde como se fosse óbvio. — Eu não dou conta dessa criança. E você, claramente, tem superpoderes que eu não tenho.

— Não tenho superpoderes — murmuro, envergonhada. — Só… converso com ele.

— Então, pronto. Superpoder confirmado. Vamos?

Olho para Oliver, que está praticamente vibrando.

— Vamos — digo, rendida ao entusiasmo dele.

[…]

Vinte minutos depois, estamos os três dentro de uma loja de brinquedos gigantesca no centro de Manhattan.

Oliver está em puro estado de êxtase infantil.

— OLHA ESSE! — ele berra, apontando para uma réplica enorme do ônibus espacial. — AS PORTAS ABREM!

— Uau, impressionante — digo, seguindo o ritmo dele enquanto corre de um lado para o outro, elétrico.

Sophia anda ao meu lado, claramente se divertindo.

— Ele está bem calmo hoje — ela comenta.

— Calmo? — Olho para ela, incrédula. — Isso aqui é calmo?

18. Fraca e Emocionalmente Manipulável 1

18. Fraca e Emocionalmente Manipulável 2

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