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Casei com Meu Chefe Frio e Bilionário romance Capítulo 361

O encontro aconteceu depois do expediente, sem produção exagerada.

O restaurante era pequeno, discreto, daqueles que não chamavam atenção de ninguém — exatamente como Sofia precisava naquela noite.

Mesa redonda. Luz quente. Nada de música alta. Nada de exposição.

Era um lugar onde conversas importantes podiam acontecer sem virar espetáculo.

As meninas chegaram aos poucos.

Nathália chegou primeiro, como sempre, escolhendo o lugar estratégico — costas para a parede, visão ampla do ambiente.

Emma veio logo atrás, sorriso fácil, olhar atento.

Laís chegou em silêncio, observando antes de falar.

Eloise entrou por último, tranquila, segura — aquela calma que só quem já atravessou o caos conhece.

Alana apareceu tímida, alguns minutos depois, ainda meio deslocada — mas foi acolhida naturalmente quando Nathália puxou a cadeira ao lado.

— Aqui, estagiária promovida oficialmente a amiga — anunciou.

Alana sorriu, meio sem jeito.

Sofia chegou por último.

Sentou observava tudo em silêncio.

Não estava triste.

Também não estava leve.

Estava… processando.

Quando os pedidos foram feitos e o garçom se afastou, o silêncio se instalou por alguns segundos. Não desconfortável. Apenas cheio.

Sofia foi a primeira a quebrar o silêncio.

— Eu amo ele. — disse, sem rodeios.

Não houve suspiros.

Nem exclamações.

Nenhum “eu sabia”.

As palavras caíram na mesa com firmeza. Sem drama.

Amor dito como constatação — não como pedido.

Emma arqueou a sobrancelha.

Laís cruzou os braços.

Nathália inclinou o corpo para frente.

Eloise apenas sustentou o olhar de Sofia, esperando o resto.

Ela respirou fundo antes de continuar.

— Mas amar ele, não me impede de ter medo.

Ela respirou fundo antes de completar:

— E eu cansei de fingir que não tenho.

Nathália foi a primeira a responder. Como sempre.

— Amar com medo não é fraqueza, Sofi. — disse, direta. — É maturidade. O problema não é sentir medo. É viver parada por causa dele.

Sofia assentiu devagar.

— Eu não quero que você seja a mulher que espera o chão sumir para decidir se pula — Nathália continuou. — Mas também não quero te ver se jogando sem olhar onde pisa.

Emma girou a taça entre os dedos e sorriu de canto.

— O coração não é tribunal, Sofi. — disse. — Ele não pede prova. Não pede garantia. Ele pede coragem.

Ela se inclinou um pouco mais.

— E coragem não é ausência de medo. É ir mesmo tremendo.

Laís entrou na conversa com o tom firme que sempre equilibrava o grupo.

— Mas ir consciente. — pontuou. — Sem fantasia.

Olhou diretamente para Sofia.

— Se você se j**ar, se j**a sabendo quem você é. E sabendo quem ele foi… e quem ele está tentando ser agora.

Sofia engoliu seco.

Alana permanecia quieta, ouvindo tudo com atenção quase reverente.

Foi Eloise quem falou por último.

Não porque precisava se impor — mas porque sua voz vinha carregada de experiência.

— Amar não é prometer eternidade. — disse, calma. — É escolher ficar hoje.

Sofia levantou os olhos.

— Eu escolhi ficar quando tive medo. — Eloise continuou. — Escolhi ficar quando achei que não ia dar conta. E não foi fácil. Não foi romântico o tempo todo.

Fez uma pausa breve.

— Mas foi honesto.

Ela inclinou levemente a cabeça.

— O erro não é amar com cautela. O erro é fugir antes mesmo de tentar.

O silêncio voltou à mesa.

Dessa vez, diferente.

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