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Casei com Meu Chefe Frio e Bilionário romance Capítulo 378

As semanas seguintes foram uma verdadeira agitação no grupo das meninas.

Elas queriam datas.

Queriam decidir tudo.

Queriam ter certeza de que nada sairia do lugar.

Talvez estivessem até mais ansiosas que a própria noiva — como se aquele casamento também fosse delas.

Sofia observava tudo com um sorriso divertido, meio perdida, meio emocionada com tanto carinho envolvido.

Até que, enfim, ela e Thomas decidiram.

Data marcada.

Na manhã seguinte, Sofia mandou mensagem no grupo.

> "Bom dia, meninas. Trago novidades… data marcada."

A resposta foi imediata.

Laís:

> "ALELUIA."

Nathália:

> "Já estou ansiosa."

Eloise:

> "Já que falta só um mês… acho que seria bom o noivo ficar longe de você."

Sofia respondeu na hora:

> "Nem inventa, dona Eloise."

As mensagens continuaram pipocando.

Nathália:

> "Desse jeito não vai ter lua de mel… só lua mesmo."

E, como se o universo tivesse decidido testar a sanidade de Sofia, os dias seguintes viraram uma loucura organizada.

No horário de almoço, as meninas praticamente a raptavam para provas de doces, bolos e drinks.

Era sempre “só uma provinha”.

Nunca era.

Na tarde da prova de drinks, a mesa estava tomada por copos coloridos, aromas doces e gargalhadas soltas.

Sofia apoiou o cotovelo na mesa, já com a fala levemente arrastada.

— Gente… — disse, rindo. — Acho que eu não consigo mais decidir qual eu quero.

Heitor coçou a cabeça, confuso, segurando dois copos.

— Já não sei mais qual é qual… mas esse de maracujá é bom.

Nathália ergueu o dela.

— O de cacau também. — fez uma pausa. — Digo de coco

Ricardo aproximou o copo do nariz, pensativo.

— Não me tirar da cabeça.

Nathália arqueou a sobrancelha.

— Só em seus sonhos.

Eloise bateu levemente a mão na mesa.

— Gente… era pra fazer a prova. Não pra ficarem bêbados.

Augusto abriu a boca para responder:

— Esse pessoal não tem modos, amor…

Mal terminou a frase — e arrotou.

O silêncio durou um segundo.

Depois, o riso veio geral.

Thomas, que observava tudo de longe, aproximou-se de Sofia e colocou a mão em sua cintura com cuidado.

— Vou levar a noiva pra casa. — disse. — Ela precisa descansar.

Laís riu.

— Thomas foi esperto. Não bebeu nada para levar a Sofia embora.

Alana levantou o copo em um brinde improvisado.

— Seja forte, Sofia.

As gargalhadas se espalharam mais uma vez.

Nathália completou:

— Isso aí, amiga. Seja forte.

Sofia encostou a cabeça no ombro de Thomas, rindo, cansada e feliz.

Era isso.

Caos.

Amor.

Ansiedade.

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