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Casei com Meu Chefe Frio e Bilionário romance Capítulo 379

O mar estava calmo.

Daquele azul que não pede pressa.

A cerimônia havia sido montada de frente para o horizonte, onde o sol começava a descer devagar, pintando o céu em tons de dourado, pêssego e rosa. Um corredor de areia conduzia até o altar — ladeado por lanternas acesas e pequenos arranjos florais que pareciam flutuar na luz do entardecer. Tudo simples. Tudo pensado. Tudo do jeito deles.

Era um casamento íntimo.

Poucos convidados.

Os amigos que tinham atravessado tempestades juntos.

Alguns colegas de trabalho próximos.

A família essencial.

Nada além do que importava.

No altar, Thomas aguardava.

Estava impecável — e ao mesmo tempo, natural.

O cabelo alinhado.

Camisa branca com dois botões abertos, como quem não queria esconder a própria respiração.

O terno azul, feito sob medida, parecia ter sido criado apenas para aquele momento.

Ao lado dele, os pais: Juan e Antonieta.

Thomas observava o cenário com um sorriso contido, sentindo algo raro se acomodar no peito. Nunca tinha se imaginado vivendo aquilo. Nunca tinha ousado planejar. E, ainda assim, ali estava — inteiro, pronto, certo de que não poderia existir algo mais perfeito.

A música começou.

Os padrinhos entraram em pares, sob olhares emocionados:

Eloise e Augusto.

Laís e Heitor.

Emma e Thiago.

Nathália e Ricardo.

Alana e Enzo.

Cada passo era um capítulo vivido.

No carro, Sofia ouviu os primeiros acordes da marcha nupcial.

O coração acelerou.

A cerimonialista se aproximou, com um sorriso tranquilo:

— Sofia… é a sua hora.

Ela respirou fundo antes de descer.

Ao seu lado, estava Alberto — o pai. Emocionado. Orgulhoso.

— Você está perfeita, filha. — disse, com a voz embargada.

— Obrigada, pai.

Ele apertou a mão dela com cuidado.

— Eu te amo. Nunca se esqueça disso. E, se um dia precisar voltar… eu estarei aqui.

Sofia sorriu, com os olhos marejados.

— Obrigada, pai. Eu amo o senhor. E espero nunca precisar voltar.

Deram o primeiro passo juntos.

A areia cedeu sob os pés.

O vento tocou o vestido leve de renda.

E, quando Sofia ergueu o olhar, encontrou Thomas.

Ele parou de respirar por um segundo.

Quando chegaram ao altar, Alberto colocou a mão da filha na de Thomas.

— Cuide dela como cuidaria de um rubi. — pediu, sério.

Thomas assentiu, emocionado.

— Vou cuidar com ainda mais cuidado.

Ele beijou a testa de Sofia.

A cerimônia seguiu suave, pontuada pelo som do mar e por palavras que falavam de escolha, permanência e coragem. O sol, agora mais baixo, parecia assistir em silêncio.

Então veio o momento das alianças.

Theo entrou com passos pequenos e concentrados, segurando a caixinha com as duas mãos. Thomas não conteve as lágrimas. Sofia sorriu do jeito mais inteiro que sabia.

— Enfim casados… — disse o celebrante. — Pode beijar a noiva.

Thomas a girou levemente antes do beijo.

Um beijo sem pressa.

Cheio de saudade vencida.

Cheio de felicidade encontrada.

Quando caminharam de volta pelo corredor, agora marido e mulher, os convidados formaram um arco de luz com velas e faíscas suaves, enquanto o céu escurecia devagar. O mar continuava ali, constante, como promessa.

Mais adiante, perto da casa, o jantar os aguardava.

Mesas longas sobre a areia, cobertas por tecidos claros. Arranjos delicados. Luzes suspensas cruzando o espaço como estrelas baixas. Lustres de cristal refletiam o pôr do sol tardio, enquanto o vento balançava cortinas leves.

As conversas começaram.

As risadas se espalharam.

Os copos brindaram.

E, no centro de tudo, Sofia e Thomas se encontraram mais uma vez — não como sobreviventes, não como promessa, mas como escolha cumprida.

O dia terminou do jeito que começou.

Com o mar à frente.

Com o amor inteiro.

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