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Casei com Meu Chefe Frio e Bilionário romance Capítulo 429

Agatha bateu palmas, decidida.

— Agora, senhoras… salão. — anunciou. — Daqui a gente só sai pronta pra noite. Todas, inclusive.

Sofia arqueou a sobrancelha.

— Não sei se vai ter vaga pra todo mundo. Esse salão vive lotado.

Anabela e Ana trocaram um olhar cúmplice e riram baixinho. Já conheciam bem a irmã mais velha.

Agatha sorriu, tranquila demais.

— Isso não vai ser problema. A dona é minha amiga. Liberou o segundo andar só pra gente.

Laís arregalou os olhos.

— Tá… — disse, impressionada. — Eu já amei vocês. Acho que estou oficialmente mudando de lado.

Todas riram.

Ana fez uma contagem imaginária no ar.

— Quatro contra quatro. — brincou. — Acho justo.

Mais risadas.

Uma funcionária se aproximou, educada, postura impecável.

— Boa tarde. Em que posso ajudar?

Agatha sorriu de leve.

— Boa tarde. Agatha Lemann.

A mulher piscou uma vez, reconhecendo o nome.

— Ah, sim… claro. — respondeu prontamente. — Podem me acompanhar, por favor.

Subiram juntas a escada lateral.

O segundo andar era amplo, iluminado, reservado. Poltronas confortáveis, espelhos grandes, profissionais já posicionados.

Manicure.

Pedicure.

Cabelo.

Design de sobrancelhas.

Maquiadores.

Tudo preparado como se aquele momento estivesse esperando por elas.

— Vocês gostariam de água, café… ou champanhe? — perguntou a funcionária.

Agatha nem hesitou.

— Champanhe pra todas, por favor.

Quando as taças chegaram, ergueram-nas quase automaticamente.

— Um brinde. — Ana disse. — Porque faz tempo que eu não me divirto tanto fazendo compras.

— Concordo. — Eloise respondeu. — A gente precisa repetir isso mais vezes.

— Com certeza. — Sofia completou. — Já tô considerando isso terapia oficial.

As profissionais começaram a atender.

Unhas sendo feitas.

Cabelos lavados.

Escovas, risadas, comentários atravessados entre uma cadeira e outra.

O papo fluía fácil.

Histórias bobas.

Provocações.

Confissões leves.

Um ambiente que, aos poucos, foi afastando Nathália do turbilhão que ocupava sua cabeça desde cedo.

Ela se pegou rindo de verdade.

Sem forçar.

Sem pensar em Joyce.

Sem pensar em sobrenomes.

Sem pensar em decisões grandes demais.

E não era só ela.

Emma, que tinha chegado fechada, distante, agora conversava com Alana, rindo de algo no celular.

O ombro menos tenso.

O olhar mais solto.

Nathália observou de canto.

Guardou de novo.

Mas, por ora, deixou passar.

Porque naquele momento…

ali…

entre esmaltes, champanhe e mulheres falando alto demais…

ela finalmente sentiu algo raro.

Paz.

Nem que fosse só por algumas horas.

E às vezes…

isso já era tudo o que a gente precisava para continuar.

Ao final da tarde, o segundo andar do salão já não parecia o mesmo.

Cabelos alinhados.

Unhas feitas.

Maquiagens leves, mas marcantes.

Cada uma à sua maneira, mas todas… impecáveis.

As taças vazias foram deixadas de lado.

As risadas diminuíram.

O clima era outro — mais confiante, mais bonito.

Elas se reuniram perto do espelho grande do corredor.

Trocaram olhares.

Sorrisos.

Abraços rápidos.

— A gente se vê à noite. — Agatha avisou. — Todas lindas. Sem exceção.

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