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Casei com Meu Chefe Frio e Bilionário romance Capítulo 479

A porta da sala se abriu.

E, dessa vez, ninguém precisou perguntar.

A expressão da Dra. Clara já dizia tudo.

Ela caminhava ao lado do Dr. Joaquim, ambos com semblantes tranquilos, firmes, como quem trazia exatamente a notícia que todos precisavam ouvir.

Thiago foi o primeiro a se levantar.

— Doutora…

Clara sorriu.

— A cirurgia foi um sucesso.

O ar pareceu voltar para todos ao mesmo tempo.

— Agora é repouso — continuou, com calma. — Vamos acompanhar de perto, mas ela está bem. O bebê está bem.

E então…

a tensão se desfez.

O alívio veio acompanhado de sorrisos; alguns choraram, enquanto outros agradeceram em silêncio.

Thiago levou a mão ao rosto, fechando os olhos por um instante, completamente tomado por aquela notícia. Ricardo segurou seu ombro, apertando de leve, como quem dividia aquele momento sem precisar dizer nada.

E desde que o medo voltou…

todos respiraram.

Uma semana depois, Emma recebeu alta.

O caminho de volta para casa foi silencioso, mas não pesado.

Era um silêncio cheio de cuidado.

De gratidão.

De recomeço.

Assim que chegaram, tudo mudou de ritmo.

A casa se transformou.

Os passos ficaram mais lentos.

Os dias, mais calmos.

Emma agora precisava de repouso absoluto.

E Thiago…

assumiu tudo.

Ele cuidava dos horários, das refeições, dos remédios, das posições, das almofadas. Ajustava cada detalhe como se aquilo fosse a coisa mais importante do mundo — e, para ele, era.

Mas não era só cuidado — era presença, amor e escolha.

Naquela noite, sentado ao lado dela, Thiago apoiou a mão com delicadeza sobre a barriga de Emma.

— Aguenta mais um pouco, minha menina… — murmurou, com a voz baixa.

Emma sorriu, observando.

— Aguenta só mais um pouquinho — completou, levando a mão até a dele.

E, naquele momento, os dois estavam exatamente no mesmo lugar.

Esperando.

Juntos.

As visitas começaram a fazer parte da rotina.

Sempre leves.

Sempre cheias de carinho.

As meninas chegavam com cuidado, respeitando o momento, mas trazendo vida para dentro da casa.

Laís, dessa vez, ficou mais tempo.

Mais presente.

Sentou ao lado de Emma, conversando, ajudando, organizando pequenas coisas, mas, principalmente, sendo companhia.

— Você não precisa ser forte o tempo todo — disse em um dos dias, com a voz suave. — Às vezes, só precisa descansar… e deixar que cuidem de você.

Emma olhou para ela, absorvendo.

E, pela primeira vez…

permitiu.

A conexão entre elas se fortaleceu ali.

No silêncio.

No cuidado.

Na compreensão.

O oitavo mês chegou trazendo cansaço.

O corpo de Emma já sentia o peso de tudo.

Mas, junto com ele…

vinha uma alegria que não cabia mais dentro dela.

Thiago, como sempre, estava atento.

— Você precisa descansar — repetia, quase todos os dias.

Emma revirava os olhos.

— Eu já estou descansando.

— Não o suficiente.

Ele se aproximava, colocando a mão sobre a barriga.

— Está vendo, Jade? — dizia, com um sorriso. — Sua mãe é teimosa.

Emma puxou o lençol, cobrindo a barriga.

— Não escuta isso, filha.

Thiago riu.

— Eu tenho direito de falar com a minha filha.

— Tem — Emma respondeu, divertida. — Mas não de reclamar da mãe dela.

Os dois riram.

E, entre um cuidado e outro, entre uma implicância leve e outra…

faziam carinho na barriga.

Como se já pudessem sentir cada detalhe daquela pequena vida.

O nono mês chegou trazendo silêncio.

Mas não um silêncio vazio.

Era aquele silêncio cheio de expectativa.

De espera.

De contagem regressiva.

O quarto estava pronto.

As roupas organizadas.

Cada detalhe no lugar.

Como se tudo estivesse apenas aguardando o momento certo.

E ele veio.

Em uma noite de lua cheia.

Emma acordou devagar, sentindo um desconforto diferente.

Não era dor.

Ainda não.

Mas algo… mudou.

Ela se levantou com cuidado, caminhando em direção ao banheiro, ainda meio sonolenta, tentando entender o que estava sentindo.

Mas, antes mesmo de chegar…

parou.

O corpo reagiu.

E um líquido quente escorreu por suas pernas.

Ela ficou imóvel por um segundo.

Olhou para o chão.

Confusa.

— Eu… fiz xixi?

A voz saiu baixa.

Quase incrédula.

Mas, no instante seguinte…

a compreensão veio.

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