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Segredos De Uma Noite: Meu Marido Por Contrato romance Capítulo 272

Alex sorriu contra a pele dela, beijando o caminho de volta até a boca enquanto se posicionava entre as pernas. Ele a provocou, testando, até que ela ergueu os quadris em convite. Não demorou para os dois gemerem juntos, o som ecoando no quarto silencioso.

O ritmo começou lento, profundo, cada estocada uma declaração. Alex segurava os quadris dela com firmeza, controlando o movimento, mas os olhos nunca deixavam os dela cheios de amor, desejo, devoção. Ísis envolveu as pernas ao redor da cintura dele, puxando-o mais fundo, as mãos nas costas, nas nádegas, incentivando-o a ir mais rápido, mais forte.

O prazer cresceu em ondas: primeiro suaves, depois intensas, avassaladoras. Ele acelerou, os corpos se chocando com um som úmido e ritmado, pétalas grudando na pele suada. Ísis sentiu o clímax se aproximando. O formigamento nas pernas, o aperto no ventre, o calor se concentrando. Ela cravou as unhas mais fundo, o nome dele escapando em um grito abafado contra o ombro dele.

— Goza pra mim, amor... — ele sussurrou, a voz rouca, os movimentos precisos e implacáveis.

Ela explodiu primeiro, o orgasmo a atravessando como uma onda elétrica, o corpo convulsionando ao redor dele, apertando-o com força. Alex a seguiu segundos depois, enterrando-se fundo, o gemido grave ecoando enquanto se derramava dentro dela, os corpos tremendo juntos em uma entrega total.

Eles ficaram assim por longos minutos, ofegantes, suados, entrelaçados sobre o mar de pétalas vermelhas. Alex beijou a testa dela, o nariz, os lábios. Beijos suaves agora, cheios de ternura pós-prazer.

— Minha noiva... — murmurou, traçando o anel no dedo dela com o polegar.

Ísis sorriu, exausta e radiante, aninhando-se no peito dele.

— Futura senhora Cole.

O quarto os envolveu em silêncio, o perfume das rosas misturando-se ao cheiro deles, a cidade lá fora continuando indiferente enquanto o mundo dos dois se resumia àquele momento perfeito de união e promessa.

Alex manteve Ísis nos braços por longos minutos, como se ainda estivesse tentando acreditar que aquele “sim” tinha acontecido, que ela estava ali, inteira, dele.

Ísis repousou a cabeça no peito dele, os dedos brincando devagar com a mão dele, com o anel brilhando discretamente na penumbra. O coração dela ainda batia acelerado, mas agora era um tipo de aceleração doce… como se, pela primeira vez, ela estivesse em paz.

Alex beijou a testa dela com carinho.

— Vamos ser muito felizes, amor… — ele murmurou, quase como uma oração. — Até que a morte nos separe.

Ísis sorriu, sonolenta, com os olhos já pesados.

— Pra sempre… nós dois. — falou, baixinho.

E assim, entre beijos lentos, carícias preguiçosas e um silêncio confortável, os dois foram se acalmando, como se o corpo finalmente tivesse encontrado descanso depois de tanta intensidade.

Alex respirou fundo, ainda com Ísis aninhada nele. Ele beijou a têmpora dela com carinho.

— Vamos tomar um banho… antes que o sono vença a gente. — murmurou, com a voz baixa.

Ísis soltou uma risadinha preguiçosa, sem abrir os olhos, apertando o corpo contra o dele como se quisesse se fundir ali.

— Aqui está tão bom, amor… — murmurou, a voz embargada de felicidade. — Nem dá vontade de levantar. Parece que eu estou sonhando… e eu nem quero acordar.

Alex sorriu e passou a mão pelos cabelos dela, devagar.

— Isso é real, amor. — disse, e encostou a testa na dela.

Ísis abriu os olhos lentamente, encontrando o olhar dele.

— Como você quer o nosso casamento? — perguntou, ele segurando o rosto dela com delicadeza.

Ísis piscou, surpresa com a pergunta naquele momento. O sorriso dela cresceu, tímido, e ela levou a mão até o anel, tocando o diamante como se ainda não acreditasse.

— Eu não quero festa… — confessou, baixinho. — Eu quero casar na nossa casa. Só a gente… um juiz de paz… nossos amigos… e minha sogra. — Ela sorriu, com uma doçura que desarmava. — Depois, um almoço simples.

Alex ficou olhando para ela por alguns segundos, como se tivesse acabado de se apaixonar de novo.

— Vai ser exatamente do jeito que você quer. — ele prometeu, firme.

Ísis respirou fundo, emocionada.

— E a lua de mel… eu decido. — completou Alex, com um sorriso malicioso.

— Claro que decide… — respondeu, Ísis rindo baixinho, já esperando.

Alex beijou o canto dos lábios dela.

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