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Esposa impostora e o Magnata Sombrio. romance Capítulo 241

Cap. 56

— Mas foi você quem me puxou.

— Foi o reflexo... ainda assim... ele disse soltando um suspiro cansado e sentir as mãos dele voltaram a minha pele acariciando.

Apenas balancei a cabeça, incapaz de responder com palavras, sentindo que a verdade estava no contato, no calor, no silêncio carregado entre nós.

Ele apertou-me mais uma vez, me envolvendo em seus braços como se fossemos uma peça de quebra cabeça perfeita.

Cada centímetro dele parecia desenhado para mim, forte, rígido, mas com uma suavidade que só eu podia sentir naquele momento.

E naquele instante, admiti para mim mesma, eu gostava dele. E gostava muito.

O calor do corpo dele se espalhava pelo meu, como se cada músculo estivesse em sintonia com o meu coração acelerado enquanto me comprimiu sentindo a mão dele deslizar por meu corpo desejando que ele fosse além.

A respiração dele roçava meu pescoço, suave e constante, e eu sentia cada batida do seu peito contra minhas costas.

Não conseguia me afastar, mesmo sabendo que deveria, estar ali, tão perto, me fazia esquecer tudo ao redor.

— Você está... confortável se eu não me conter? — a voz dele, baixa e rouca, atravessou o ar entre nós, me fazendo arrepiar.

Assenti devagar, sentindo a proximidade do seu corpo e o calor de suas mãos acariciando minhas pernas.

O simples toque de seus dedos ao deslizar levemente pelas minhas pernas fez minha respiração falhar por um instante. Senti os lábios dele encostar em meu pescoço e Fechei os olhos, entregando-me à sensação, consciente de cada centímetro do corpo dele encostado no meu sentindo seus dedos afundarem em minha carne com mais intensidade me apalpando.

De repente ele puxou meu quadril para mais perto, encaixando-me em seus braços como se fosse natural, e senti meu corpo responder sem perceber.

Um arrepio percorreu minha espinha quando a ponta de seus dedos roçou entre minhas coxas, suave e firme ao mesmo tempo, um aviso de sua pretensão.

— Talyta... — murmurou, e sua voz carregava uma intensidade que me fez tremer.

Inclinei a cabeça para trás, encostando-a em seu ombro, e senti seu queixo próximo ao meu cabelo, seu olhar me percorrendo mesmo que nossos olhos não se encontrassem.

Um sorriso involuntário surgiu em meus lábios, e ele parecia perceber, apertando-me levemente contra si, com suas mãos cada vez mais íntima.

— É estranho... como me sinto bem perto de você. — sussurrei, quase sem voz, mas sentindo a necessidade de confessar.

Ele soltou um leve suspiro, e seu braço que estava sobre minhas costas pressionou-me de forma possessiva. E senti ele puxar o tecido do meu short para cima revelando ainda mais minha pele.

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