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Quarto errado, Mafioso certo! romance Capítulo 143

Cap.142

— encontramos ela e para nossa surpresa ela não está sozinha não. — um deles riu e aproximando de forma intimidadora.

— Nos não pensamos que o local estava sob vigília — Katleia murmurou, desesperada. — Selene... o que fazemos?

Selene colocou-se na frente de Maju, os olhos procurando desesperadamente uma saída que não existia.

No SUV, Átila observava a cena por uma câmera térmica direcional.

— Elas foram encurraladas no beco. Cinco homens armados. Eu resolvo isso. — Ele falou no rádio para Axel, que já estava a pé e se aproximando.

A voz de Axel veio, descontraída e perigosamente animada.

— Nem pense nisso, Átila. É minha chance de me divertir. Deixa comigo.

Átila suspirou pesado.

— Vai. E vê se não bagunça demais. Vai traumatizar as meninas, você sabe que não é bom fazer aquelas coisas a vista de pessoas civis.

— relaxa, eu sei o que estou fazendo. — ele disse estacionando em frente ao beco, sua camisa branca com uma gravata vermelha com listras brancas era uma péssima combinação ao bastão de basebol de ferro que ele apoiava nos ombros.

Ele apareceu na entrada do beco como uma miragem. segurava casualmente um bastão de beisebol de ferro. Mastigava um chiclete, o típico playboy, só que mais atlético e com uma presença que parou o ar no lugar.

— Quem disse que podem causar confusão aqui? — ele comentou chamando atenção dos homens.

Os homens se viraram para ele, surpresos pela audácia.

Um deles estava prestes a puxar a arma. Axel não deu tempo lendo cada movimento. Moveu-se com uma velocidade desconcertante.

O primeiro golpe, com o bastão, quebrou o pulso que segurava a arma com um estalo seco. O segundo, uma joelhada no estômago que dobrou o homem.

Ele era dança e carnificina.

O bastão de ferro silvava no ar, encontrando joelhos, canelas, maxilares. Os homens, treinados, foram nocauteados um a um com eficiência brutal. Em menos de um minuto, todos estavam no chão, contorcendo-se de dor, gemendo.

Axel passou por eles, imaculado, e se aproximou das três mulheres encolhidas no canto. Maju, a novata, fixou os olhos nele, em cada movimento, hipnotizada pelo horror e pela fascinação.

Ele parou diante dela, tirou a gravata vermelha e branca.

— Você olha demais, bebê — disse, e amarrou a gravata em volta dos olhos dela, fazendo um nó firme atrás da cabeça. Sussurrou em seu ouvido, um sopro quente e autoritário: — Obedece o tio e não tira até eu mandar.

— Axel... o que vai fazer? — Selene balbuciou ao ver que três dos homens ainda conseguiam ficar de pé e não estavam dispostos a desistir.

— Sem testemulhas, sem provas! — ele due uma piscadela para Selene.

— Vamos, peguem ele e recuperem a maercadoria.

Em seguida, tirou o casaco e jogou na cabeça de Selene e Katleia que se encolheram em pânico, elas entenderam exatamente o que ele queria dizer.

Ele disse tirando o próprio blazer ele jogou sobre a cabeça dela, em seguida a puxando pela mao para que ficasse de pé, mas Selene cambaleou em pânico, ela não precisou ver, os barulhos os gritos desesperados, ela travou ali de uma forma como se tudo tivesse escurecido e morrido.

William a tirou dali, carregando-a nos braços quando suas pernas fraquejaram.

Átila se aproximou de Katleia, ela ainda segurava o casaco de axel contra o rosto com medo de olhar, com as mãos ainda mais tremulas, quase em choque.

— Oi... sou eu... pode Confia em mim? — perguntou, sua voz surpreendentemente calma no meio do caos. — Posso te tirar daqui?

Ela estava em pânico, o cheiro de sangue a fazendo engasgar. Balbuciou, murmurou um "por favor" e desabou em lágrimas, agarrando-se ao pescoço dele.

Átila sorriu involuntariamente, um reflexo suave, e a pegou no colo, envolvendo-a com seu blazer e a carregando como uma criança.

Enquanto isso, Axel se aproximou de Maju. Ela ainda estava parada, rígida, a gravata vermelha cobrindo seus olhos encolhida com os braços ao redor do próprio corpo. Ele a examinou por um segundo, depois a pegou facilmente em seus braços. Ela também tremia.

— Logo isso sera apenas um sonho. — ele murmurou, mais para si mesmo, e a carregou para fora do beco.

— você leva as três, vamos te seguindo logo atras para evitar retaliação, não sei se tem mais homens vindo.

— tudo bem. — ele disse entrando no carro.

Dentro do carro se distanciando do local, após tirarem as três mulheres do local, Axel finalmente retirou a gravata dos olhos de Maju. Ela piscou, os olhos arregalados e úmidos, ajustando-se à luz fraca do carro. Olhou para ele, depois para as mãos dele, limpas agora, mas que ela sabia o que tinham feito.

Ninguém falou. O ronco do motor era o único som, levando-os para longe do beco silencioso e ensanguentado, sob a vigilância distante de Adon, que, de seu posto de comando de uma forma completamente sombria.

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