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Quarto errado, Mafioso certo! romance Capítulo 272

Cap.79

O Batismo de Água e Fogo

(POV. Katleia)

Suas mãos, grandes e impacientes, deslizaram por baixo do tecido encharcado do meu casaco. Senti seus dedos queimarem minha pele fria, um contraste que me fazia estremecer. Ele me colocou no chão com firmeza, seus olhos cinzentos fixos nos meus, devorando cada centímetro da minha expressão. Com um movimento rápido, ele puxou o casaco pelos meus ombros. Eu não usava nada por baixo.

O ar frio do banheiro atingiu meus seios, e por um segundo, o instinto de proteção falou mais alto.

Fechei os braços ao redor do meu corpo, tentando me esconder, mas Átila me encostou na parede de mármore, as mãos apoiadas em cada lado da minha cabeça.

— Não se esconda de mim — ele sussurrou, a voz vibrando de uma forma que parecia ecoar dentro dos meus ossos. — Mesmo que eu esteja lutando contra essa droga desgraçada, eu não quero ir com pressa. Eu quero ver você. Cada detalhe.

Ele se ajoelhou à minha frente. O movimento foi lento, quase cerimonial. Senti suas mãos nos meus quadris, puxando meu short e minha calcinha para baixo com uma determinação que não admitia recusas. Quando as peças caíram no chão molhado, eu me senti a pessoa mais vulnerável do mundo, mas também a mais desejada ele me analisou de cima abaixo, eu apertei os olhos quando sentir ele beijar meu umbigo e descer até minha intimidade, entreabri os lábios quando sua língua deslizou e dançou em meu centro.

— Céus... — gemi quando ele segurou meu quadril e me pressionou ainda mais contra seu rosto sem me dá espaço para escapar, mas não foi muito longe.

Átila se levantou, ficando novamente à minha altura. Meus olhos, inevitavelmente, desceram para o volume evidente na sua cueca, o contorno seu membro pressionando o tecido fino. Ele percebeu o meu olhar. Um sorriso sombrio e provocador curvou seus lábios.

— Por que não tira? — ele desafiou, a voz carregada de uma urgência contida. — Quero que você mesma tire. Vamos tomar esse banho juntos, sem barreiras.

Eu virei o rosto, sentindo o calor subir pelas minhas bochechas. A audácia dele sempre me desarmava.

— O que foi? — ele murmurou, aproximando o rosto do meu, o cheiro de vinho vindo de seus lábios agindo como um perfume inebriante. — Você não disse que queria? Ainda é tempo de desistir, Katleia. Se você sair por aquela porta agora, eu vou entender. Vou sofrer como um condenado, mas vou entender.

Eu não respondi com palavras. Em vez disso, avancei. Minhas mãos, ainda um pouco trêmulas, alcançaram o elástico da cueca dele e o baixaram. No momento em que seu membro se libertou e encostou na minha barriga nua, senti um choque térmico. Ele era quente, pulsante e avantajado... como eu já havia visto. Átila soltou um gemido profundo, um som gutural que revelava o quanto ele estava no limite, e segurou meu rosto, me beijando com uma força que me prensou novamente contra a parede.

De repente, ele segurou uma das minhas mãos e a levou para baixo, guiando meus dedos até que eles envolvessem a base de seu membro.

— Você ficou com vergonha naquele dia na mansão, não foi? — ele perguntou contra a minha orelha, sua respiração errática me arrepiando. — Vai ficar com vergonha agora, quando finalmente somos só nós dois e o fogo que eu estou de te foder aqui?

Eu permaneci em silêncio, sentindo a textura da pele dele sob meus dedos. Senti ele movimentando minha mão, ensinando-me o ritmo que seu corpo pedia.

Mas, em um momento de pura entrega, eu mesma fechei a mão e comecei a movimentá-la sozinha, acelerando o passo.

Átila soltou minha mão e se apoiou na parede com os dois braços, deixando-me conduzir. Ele jogou a cabeça para trás, a água do chuveiro batendo em seu peito e escorrendo pelo seu abdômen definido.

— Isso... muito bom... — ele arfou, os olhos semicerrados.

Com uma das mãos, ele alcançou a minha nuca. Ele não puxou meu cabelo, mas segurou com firmeza, quase simulando um aperto em meu pescoço, um gesto carregado de possessividade e domínio.

— Eu não sei o que achar, Átila — respondi, minha voz saindo num sussurro quebrado, entrecortado pela arritmia do meu peito. — Eu só sei que eu te amo. E eu queria... eu queria muito que você me amasse também. Do mesmo jeito. Sem contratos, sem embaixadores, sem esse peso todo.

Átila piscou devagar. Seus olhos pareciam vagar pela minha alma, a droga em seu sistema tornando seu olhar algo místico, uma mistura de lucidez cortante e delírio febril. Ele se inclinou, o rosto enterrado na curvatura do meu pescoço, e seus lábios roçaram o lóbulo da minha orelha. O calor que emanava dele era insuportável, mas eu não queria me afastar.

— Mas eu te amo, Katleia — ele murmurou, a voz vibrando diretamente contra a minha pele, enviando choques elétricos por toda a minha coluna. — Te amo como nunca vou querer amar nenhuma outra mulher nesta vida. Esqueça o que ela disse. Esqueça o que o mundo diz. Só acredite nisso... e seja minha mulher agora.

Eu soltei um gemido agudo, um "ah..." que escapou sem controle quando senti os dois dedos dele afundarem ainda mais dentro de mim, explorando o meu limite, esticando-me de uma forma que me fazia sentir que eu estava prestes a transbordar.

Ele beijou minha bochecha, um toque surpreendentemente terno em meio àquela tempestade, e sussurrou:

— Você está pronta.

Ele me tirou da área do banho. O ar frio do resto da suíte atingiu minha pele molhada, mas o choque durou pouco.

Átila me ergueu com uma facilidade que denunciava sua força bruta e me sentou na pia de mármore branco.

O contato do meu traseiro nu com a pedra gelada me fez arquear as costas, um grito mudo de surpresa. Mas ele não me deixou recuar.

Átila empurrou meus ombros para trás, obrigando-me a deitar as costas no mármore. Minha pele escorregava na superfície polida enquanto ele afastava minhas pernas, apoiando meus pés na borda da pia.

Eu estava completamente exposta, aberta para ele sob a luz crua do banheiro e sem escolha mesmo constrangida, Ele me puxou pelo quadril, trazendo-me para a ponta extrema da pia, mantendo meus joelhos dobrados e elevados.

Ele parou por um segundo, os olhos devorando a visão de mim. O peito dele subia e descia com violência.

— Você é linda... — ele rosnou, e o som parecia vir das entranhas de um animal faminto.

Antes que eu pudesse processar o elogio, ele se inclinou sobre mim. Eu soltei um "ai" entre dentes quando senti o que eu já percebia ser um habito dele, morder! seus dentes morderam o bico do meu peito com uma pressão firme, para logo em seguida sugar com uma força que me fez perder o fôlego.

Suas mãos grandes apertavam meu quadril, mantendo-me fixa no lugar, enquanto ele alternava entre mordidas leves e sucções intensas.

Eu apoiei minhas mãos atrás de mim, segurando-me na borda da pia para não perder o equilíbrio, sentindo a vibração do prazer subir pelo meu corpo como uma corrente elétrica.

E então, eu o senti.

O membro dele, quente e latejante, começou a vagar pela minha entrada. Ele roçava a cabeça contra os meus lábios sensíveis, deixando rastro de um prazer torturante que me deixava tensa.

Eu sentia o tamanho dele, a densidade que parecia desafiar o que meu corpo poderia suportar.

Cap.79 1

Cap.79 2

Cap.79 3

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