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Segredos De Uma Noite: Meu Marido Por Contrato romance Capítulo 219

Edgar riu baixo, apertando-a contra o peito.

Sem dizer nada, pegou a mão dela e a conduziu até o closet. Mostrou cada espaço com orgulho. Depois, abriu a porta da suíte.

Laura entrou… e parou. Diante da hidromassagem, sorriu de canto, os olhos brilhando com malícia leve.

— Nossa… — comentou, divertida. — Eu vou adorar estrear essa hidro. Minha mente agora foi longe.

Edgar se aproximou por trás. A voz saiu rouca, carregada de intenção.

— Seu desejo é uma ordem.

Ele inclinou o rosto, respirando o perfume do pescoço dela, e depositou um beijo lento ali.

— Edgar… — ela murmurou, sentindo o arrepio percorrer o corpo.

— Ele anda sem atenção desde a nossa última vez na clínica. — respondeu, baixo, num tom provocador.

Laura virou-se de repente para ele, o olhar sério por um instante.

— Você… — respirou fundo — …não fez nada com a Marcela ou outra mulher?

Edgar segurou a cintura dela com firmeza, obrigando-a a encará-lo.

— Ele agora só sobe com você. — disse, direto. — Está implorando por essa boca.

Laura hesitou. O sorriso desapareceu por um segundo.

— Amor… — confessou, vulnerável — desde que você voltou, eu só fui sua. Mas antes… você sabe que tive muitos parceiros. — Baixou o olhar. — Eu até me envergonho disso. Será que um dia você não vai jogar isso na minha cara? Homem nenhum aceita isso.

Edgar levantou o rosto dela com dois dedos, obrigando-a a encará-lo.

— Era eu em todos aqueles momentos. — disse, com convicção. — E vai continuar sendo eu… até que a morte nos separe.

Os olhos de Laura se encheram de lágrimas.

— Guarda o que eu vou te dizer, vida. — continuou, sério. — Porque eu não vou repetir. — A voz saiu firme. — Você nunca vai me ouvir te cobrar isso. Nunca. É minha palavra de homem.

Ela chorava agora, em silêncio.

— Tudo o que aconteceu com a gente foi por causa da crueldade de alguém. — completou. — E mesmo que não tivesse sido… o meu amor por você é tão grande que eu passaria por cima de qualquer coisa pra ficarmos juntos.

O beijo veio intenso, cheio de verdade. Edgar a puxou para junto de si, erguendo-a com facilidade. Laura enroscou as pernas na cintura dele, sem que o beijo fosse interrompido.

Ele caminhou com ela até a cama, ainda colados, e sentou, mantendo-a junto ao corpo.

— Eu te amo tanto, Edgar… — Laura murmurou, manhosa, com o rosto encostado no dele.

Ele segurou a cintura dela, levantou-se devagar e a deitou na cama com cuidado.

— Hoje está muito quente. — disse, tirando a calça dela. — E eu pretendo aumentar esse calor.

— Então vem cá… — Laura murmurou, sentando-se na cama com um sorriso cheio de intenção. — Porque hoje eu vou te provocar… do jeito que só eu sei. — disse sem desviar o olhar, em seguida começou a abrir a calça dele. — E vai começar com essa boca que ele tanto ama e umas massagens tântrica que eu aprendi só pra você.

Edgar se livrou da calça e da blusa com movimentos apressados, quase desajeitados, como se o corpo tivesse assumido o comando antes da razão. O olhar que ele lançou a Laura era pura luxúria. Escuro, faminto, incapaz de fingir calma.

A respiração dele saiu pesada, irregular, e não demorou para o quarto se encher dos gemidos roucos que ele já não conseguia conter.

— P0rr@… — a voz saiu rouca, quebrada pelo prazer. — Você sabe exatamente o que essa boca faz comigo…

Laura sorriu e tirou a blusa. Edgar estava tomado por um prazer acumulado demais para ser contido. Ele rasgou a lingerie, e colocou por cima dela, fechando a distância de uma vez.

— Edgar… — ela falou, sorrindo, entre surpresa e divertimento, os olhos brilhando ao encará-lo. — Você está possuído por um troço ruim… ou é só desejo demais acumulado por mim?

— Estava com muita saudade de você, amor. — disse, com a voz baixa. — Acho que estou velho demais pra dar conta de você.

Laura riu baixinho, levantando o rosto para olhá-lo.

— Então se prepara. — disse, provocadora. — Porque eu quero isso todos os dias.

Edgar gargalhou, sincero, apertando-a um pouco mais contra si.

— Então, vamos ter que nos alimentar bem… — falou. — Nos hidratar direito… porque vamos praticar bastante até você engravidar novamente.

Ela fechou os olhos com força.

— Edgar…

Ele respirou fundo, o tom mudando, ficando mais sério, mas ainda cheio de esperança.

— A medicina está avançada, amor. — disse. — E eu, apesar de ser médico, acredito em milagres. — Apertou-a com mais força. — O que acabou de acontecer entre nós dois… isso já é um milagre.

Edgar sentiu algo quente tocar seu peito.

As lágrimas dela. Ele segurou o queixo de Laura com delicadeza e a fez encará-lo.

— Nós vamos ter nosso filho. — disse, firme. — E eu vou descobrir quem fez essa crueldade com a gente. — O olhar dele não vacilou. — É uma promessa.

Laura sorriu entre lágrimas e assentiu, emocionada. Alguns segundos de silêncio confortável se seguiram. Então Edgar falou, como quem anuncia algo importante.

— Daqui a algumas horas… nós vamos fazer uma viagem rápida.

Laura franziu a testa, e olhou curiosa.

— Pra onde?

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