Enquanto a animação continuava, Lucas estava no meio da sala, cercado por outros filhos de funcionários. Ele ria alto, correndo de um lado para o outro, mostrando seus brinquedos e contando histórias de forma empolgada. Eu fiquei observando por um momento quando Alice se aproximou, se sentando ao meu lado.
— Olha só como ele se entrosou rápido — disse sorrindo. — Nem parece que acabou de conhecer essas crianças.
— É um garoto muito sociável — respondi, ao lado dela. — E parece que os outros também adoraram ele.
Uma das funcionárias se aproximou, sorrindo:
— Senhor Diogo, eu só queria dizer que achei a ideia da creche maravilhosa. Nunca vi uma empresa pensar assim nos filhos dos funcionários. É realmente inspirador.
— Fico feliz que vocês gostaram — respondi com um certo orgulho — Nossa equipe se dedicou bastante para que isso fosse possível.
Outro funcionário entrou na conversa, olhando para Lucas:
— E o seu filho… que garoto adorável! Ele está se divertindo demais com os outros. Acho que essas crianças vão amar a Baleia-Jubarte.
Alice sorriu, olhando para Lucas que corria rindo com outro menino.
— Ele está feliz, e isso é tudo que importa. Estou realmente encantada com essa ideia.
Senti meu peito se aquecer. Ouvir o entusiasmo dos funcionários e perceber o quanto todos valorizavam aquele espaço… era mais do que eu poderia esperar.
A confraternização começava a chegar ao fim, mas o clima ainda estava animado. Algumas pessoas tiravam fotos em grupos, outras conversavam nos cantinhos da sala. Lucas corria de um lado para o outro, com energia de sobra, até que de repente correu na minha direção, segurando minha mão com força.
— Papai! Vem ver! — gritou ele, puxando-me para onde estava um pequeno grupo de crianças com balões e brinquedos.
Alice me acompanhou, sorrindo, e eu não consegui segurar o riso.
— Olha só para ele… — disse Alice, olhando para Lucas enquanto ele mostrava orgulhoso um brinquedo que tinha acabado de ganhar de um funcionário. — Parece que ele nasceu para ser popular.
— Ele tem mesmo um talento natural — respondi, abaixando-me para pegar Lucas no colo. Ele riu, balançando as perninhas e eu o abracei forte. — Que bom que se divertiu.
Algumas pessoas começaram a tirar fotos espontâneas, registrando o momento. Eu e Alice acabamos entrando em uma delas, segurando Lucas no meio, e ele sorriu de forma radiante.
— Essa foto vai para o álbum da empresa! — disse uma funcionária, rindo.
Depois de algumas fotos, todos começaram a se despedir, mas ainda havia aquele clima leve e familiar.
— Papai… eu quero morar aqui na creche também!
Ri baixinho, olhando para Lucas.
— Vai ter dias que você vai adorar vir aqui, filho. Vai ser um lugar só para se divertir e aprender.
Alice me abraçou de lado, rindo com a cena, e eu senti que aquele dia tinha sido perfeito. A confraternização havia terminado, mas a sensação de felicidade e pertencimento ficaria ali por muito tempo, com todos nós.
(Alice)
A casa da Larissa estava linda. Cada cantinho parecia ter sido pensado com carinho. As luzes delicadas, flores espalhadas, música suave e mesas com comidas e drinks de dar água na boca. O clima era leve, alegre… perfeito para começar o ano novo. Eu estava ao lado dela, conversando enquanto observava Lucas brincando com algumas crianças no canto.
— Alice, você precisa experimentar esse drink de frutas vermelhas, está incrível! — disse Larissa, animada, enquanto servia um copo para mim.
— Vou querer sim! — respondi, sorrindo, aceitando o copo. — Você realmente caprichou na decoração, Larissa. Está tudo lindo.
Enquanto conversávamos, percebi uma mulher se aproximando. Alta, elegante, com um sorriso que iluminava o rosto. Larissa arregalou os olhos, e meu coração deu um pequeno pulo, algo me dizia que aquela chegada era importante.
— Catherine! — Larissa exclamou, sem acreditar e correu para abraçá-la com carinho. — Achei que você não viria!
— Consegui um tempinho — respondeu Catherine, sorrindo com naturalidade. — Não podia perder esse reencontro.
Larissa se virou para mim, ainda segurando a mão da amiga.
— Alice, deixa eu te apresentar. Essa é a Catherine, uma grande amiga minha.
Sorri, estendendo a mão, e ela me envolveu em um abraço caloroso.
— Prazer, Catherine. — disse, ainda um pouco sem jeito.
Diogo estava ao meu lado, e eu senti seus braços me envolvendo por trás enquanto observava a confusão boa da festa. Era confortável, quente… e seguro.
— Está pronta para a contagem regressiva? — ele sussurrou no meu ouvido, e senti um arrepio gostoso.
— Sim, nosso primeiro início de ano juntos, de muitos outros. — respondi, encostando a cabeça no peito dele.
Olhei ao redor, Larissa estava com Alessandro e Rafael, Julio, Helena, Caleb, o pai de Alice… até os avós de Alessandro estavam ali. Catherine e Margarida riam juntas, segurando algumas taças, e toda a casa parecia pulsar de alegria.
A música diminuiu, e alguém começou a liderar a contagem.
— Dez… nove… oito… — todos começaram a repetir, formando uma enorme e animada torcida dentro da sala.
— Sete… seis… cinco… — eu me sentia rindo sem parar, olhando para Lucas e os outros pequenos correndo de um lado para o outro, completamente alheios à tensão do mundo lá fora.
— Quatro… três… dois… um! — todos gritamos juntos, e, naquele exato momento, os fogos explodiram lá fora. Luzes coloridas iluminavam o céu, refletindo em cada rosto na casa.
— Feliz Ano Novo! — todos gritaram, brindando, rindo, abraçando-se.
Diogo me pegou no colo, me girando delicadamente e olhando em meus olhos.
— Feliz Ano Novo, meu amor… eu te amo.
Senti meu coração disparar. Sorri, meio sem fôlego, e apertei suas mãos.
— Eu também te amo, amor… mais do que palavras podem dizer.
Ele me puxou para mais perto, nos abraçando firme, e senti todo o amor, todo o carinho dele me envolvendo. Por um instante, parecia que o tempo tinha parado.
— Promete que vamos fazer esse o nosso melhor ano? — ele perguntou, ainda com o rosto colado ao meu.
— Prometo — respondi, sorrindo e apoiando minha cabeça no peito dele. — Com você, não tem como não ser.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Aliança Provisória - Casei com um Homem apaixonado por Outra
É impressão ou a história ficou com partes puladas e sem detalhes ?...
Eita ela postou capítulos de outro livro é pacabá né...
Onde está o capítulo 419?...
Está chato continuar essa leitura mesmo no grátis só ler por metades quando atualiza tem uma tal de desvende os mistérios puta que pariu....
Afff piorou, agora não são dois, é nadaaaa!!!...
Vou fazê-lo novamente!!!! Dois capítulos por dia é um desrespeito!!!...
Ué cadê meu comentário?...
Esse é o terceiro livro, os dois primeiros caminharam bem, mas agora só dois capítulos por dia é muito pouco. Lembre-se de seu compromisso com os leitores...
Cadê o capítulo 319???????? Não tem?????...
Tá cada dia pior, os capítulos estão faltando e alguns estão se repetindo....