
Cativa do Sheik
Autores | Sandra Rummer |
Categorias | Romance |
Visualizações | 73.5K |
Capítulos | 43 |
Status | Concluído |
Resumo de Cativa do Sheik
Cativa do Sheik de Sandra Rummer – Uma obra-prima da literatura Romance
Cativa do Sheik, Concluído, é um(a) Romance que se destaca pelo enredo bem construído, personagens cativantes e temas universais. Escrita por Sandra Rummer, esta obra oferece uma experiência de leitura rica e inesquecível.
Isabela Saladino é fluente no idioma árabe-emiradense, trabalha de intérprete para o Sheik Youssef. Ela se apaixona por Zein. Filho caçula do Sheik. Seu breve envolvimento resulta em uma gravidez. Zein morre. Ela vai ao enterro do seu amado nos Emirados, mas de repente se vê aprisionada no palácio. Então ela descobre o plano arquitetado pelo Sheik. Tão logo ela dê à luz ao seu filho, ele se valerá das leis de seu país, que dá direito às famílias dos pais na criação da criança, para ficar com seu filho. Ela planeja fugir, mas isso se torna impossível quando Raed, filho mais velho do Sheik, pega seu passaporte. Então, ele lhe faz uma proposta: que ela se case com ele. Esse livro não é clichê, só lendo para entender.Histórico de leitura
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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Cativa do Sheik
➡️ São 2 EXTREMOS OPOSTOS... 🌎 No Ocidente as pessoas dizem se casar pelo "sentimento" amor, mas na verdade se casam por paixão, pois o amor verdadeiro não é um sentimento e sim uma AÇÃO ativa e comprometida... Aí obviamente os casamentos não duram, pois as pessoas se divorciam por tudo e por nada, basta um novo interesse pessoal surgir, alguém mais interessante aparecer, uma nova paixão começar, o tédio se manifestar... Tudo depende dos interesses pessoais, não há comprometimento real na maioria dos relacionamentos, apenas desejo fugaz... 🌏 Já no Oriente árabe as pessoas se casam meramente por convenções e conveniências, por interesses familiares, sociais, financeiros ou político-religiosos. E há poucos casos de divórcio, mas não porque os casais são comprometidos e felizes, mas sim porque os homens geralmente não querem romper com o que foi convenientemente estabelecido e as mulheres não tem direito de escolha. Ou seja: se é obrigado a suportar a união mesmo que seja tóxica. Além disso, o homem tem a opção de assumir a amante como segunda esposa, impondo-a para a esposa legítima, que não tem poder de negar. Assim é muito fácil dizer que poucos casais se separam... São dois extremos, ambos negativos, ambos com resultados nefastos......
😒 Aff, já começou a apelação... Do nada, sem qualquer lógica, as pessoas começam a agir como cães no cio nesses livros, como se fossem adolescentes sem cérebro conduzidos pelos hormônios e não adultos maduros com sendo crítico e objetivos além do desejos carnais... Nesse contexto árabe, então, fica tudo ainda mais surreal, como se fossem atores ocidentais fingindo ser personagens árabes caricatos num teatrinho de escola... Tudo muito forçado, tudo muito inverossímil, tudo muito superficial e fútil... Puramente com o objetivo de inserir sexo e tensão sexual na estória, mesmo que nem caiba... 🙄 O QUE VOCÊ ACHA QUE JANE AUSTEN DIRIA SOBRE O GÊNERO ROMANCE DE HOJE EM DIA? "Acho que ela ficaria chocada com o que pode ser escrito e publicado em um livro hoje em dia [... ]. Imagino que ela desejaria histórias de amor mais elevadas e menos focadas no carnal, como nos romances de hoje". (Julianne Donaldson, autora premiada de Edenbrooke)....
* Uai, mas que homem sério e decente gosta de mulher fácil? E que homem (decente ou não) valoriza uma mulher dessa, que não se valoriza? Ninguém que se preze - homem ou mulher - valoriza gente fácil. Os que não valem nada e só estão a fim de tirar proveito podem até gostar pela facilidade de uso, mas valorizar? Só se for pra rir... Nada que é fácil tem valor na vida, seja bens de consumo ou pessoas. É uma verdade lógica e cientificamente provada, só os tolos não perceberam ainda... 🙄...
Muito bom mesmo esse livro!...
To gostando desse livro... bem leve e interessante....